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Por Carmen Saraiva

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Modo zen

Segunda-feira, 02.09.13

No sábado houve o 1º Encontro Zen do "meu" ginásio na Praia dos Moínhos, em Alcochete. A entrada era livre e o programa incluía uma série de atividades durante todo o dia, desde Yoga e meditação, a Taichi, passando por alguns workshops de dança oriental. Tudo coisas de que sempre gostei e que agora me fazem mais falta do que nunca. Mas o que mais me despertou a atenção foi mesmo o concerto de gongos e taças tibetanas, da responsabilidade do prof. Ângelo Surinder. Quem já tinha experimentado disse-me que era imperdível, e assim lá fui eu, depois de um almoço rápido, tirar a prova dos nove.

Não faço ideia de quanto tempo estivemos ali, deitados sobre colchões e toalhas, na relva em frente à praia, à sombra das árvores. Os minutos passaram a correr. Corria uma brisa leve e, apesar da temperatura não estar propriamente amena, não se sentia o calor. Só posso dizer que adorei os sons das taças, dos gongos, dos paus de chuva (que não eram paus de chuva, mas sim uma espécie de cordões de pedrinhas que emitiam o mesmo tipo de som), em combinação com o som do vento a passar por entre as folhas das árvores - um verdadeiro bónus da natureza que encaixava ali na perfeição. O bem-estar era total. A voz do prof. Ângelo, que nos guiava nesta sessão de relaxamento, não podia ser mais melodiosa (fez-me lembrar aquelas vozes que fazem a narração dos desenhos animados ou das histórias da Disney que ouvia em cassetes, quando era miúda). Deu para viajar um pouco sem sair do lugar. De facto não admira que os budistas sejam os seres mais zen à face da Terra e que emanem uma paz absoluta - é impossível não se ficar completamente rendido aqueles sons, que parece que se fundem com o mais profundo da nossa alma. A bebé fartou-se de dar pontapés e depois da sessão o prof. explicou-me que aqueles sons e a sua vibração são muito mais facilmente sentidos dentro de água, ou seja, é bastante provável que ela os tenha ouvido tão bem ou ainda melhor do que nós. O Ângelo também faz este tipo de sessões especialmente para bebés, e fiquei super entusiasmada com a ideia de levar depois a bebecas para experimentar. Pode ser que mais tarde a ajude a ser uma adulta mais zen, coisa que a mãe dela também gostava de ser e nem sempre consegue.

 

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