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Por Carmen Saraiva

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Conversa de raparigas: é hoje!

Sexta-feira, 26.07.13

É o programa de rádio na Antena 3, todas as sextas-feiras às 19h. Adoro de paixão e quando por alguma razão me esqueço de ouvir, ou não posso mesmo, o fim de semana já não é o mesmo - e hoje não falha! As "raparigas" são magníficas, todas elas, mas não posso deixar de destacar a maravilhosa e querida Rita Ferro, que me faz sempre soltar umas boas gargalhadas. É uma grande mulher que admiro imenso, e partilho de 99 por cento das suas teorias e opiniões sobre os mais variados temas. Adoraria poder um dia entrevistá-la. Tenho um prazer imenso só de a ouvir falar e poder beneficiar da sua experiência de vida e do tanto que tem para contar. Dou comigo a querer entrar na conversa, a dialogar com elas e a responder às perguntas que fazem, como se eu própria estivesse no estúdio ou me pudessem ouvir através do rádio - isto é especialmente ridículo quando estou sozinha dentro do carro, no meio do trânsito. É divertidíssimo e para quem nunca ouviu, homem ou mulher, recomendo vivamente. Infelizmente irão fazer uma pausa durante o mês de agosto, mas em setembro voltarão certamente cheias de novas ideias e conversas estilumantes. Boas férias, raparigas!

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por Carmen Saraiva

O horror na Galiza

Sexta-feira, 26.07.13

Vi ontem a reportagem completa no Jornal da Noite na Sic e fiquei sem palavras. Afinal pelos vistos a hipótese de ter sido erro humano é muito elevada, dados os factos que vieram a público sobre o maquinista. Parece que segundos antes tinha comunicado via rádio que ia realmente a 190 quilómetros por hora (numa zona restrita a 80), e mal se tinha dado o descarrilamento confessou pela mesma via "Espero que não haja mortos, pois vão pesar-me na consciência". Ora se ele tivesse sido impedido de reduzir a velocidade por algum problema do próprio comboio, e não tivesse continuado a 190 quilómetros por sua própria (ir)responsabilidade, acho que essa não seria a primeira coisa que lhe viria à cabeça. Provando-se a sua culpa, nem quero imaginar o que lhe espera.

O que mais me impressionou foi o relato de um polícia que foi dos primeiros a entrar nas carruagens para começar a retirar os feridos e que aparentemente não aguentou o cenário de horror quando começou a ouvir tocar dentro das malas as dezenas de telemóveis, certamente as chamadas dos familiares dos que ali viajavam, que tinham acabado de saber da notícia e queriam obviamente que o ente querido ou o amigo atendesse e dissesse que estava tudo bem. Parece que teve de sair de rompante, num absoluto estado de choque e disse que não conseguia suportar aquilo.

Em meia dúzia de segundos, 80 mortos e cerca de 178 feridos. Segundo o site da Sic Notícias, já estão identificadas 67 das 80 vítimas mortais, e até agora não se registam portugueses entre elas. As restantes 13 estão em tão mau estado que só será possível identificá-las através de exames periciais. Não consigo imaginar a dor dos que esperavam (ou ainda esperam) notícias sobre os seus, mas essa deve ser a maior tortura.

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por Carmen Saraiva


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