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Por Carmen Saraiva

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A minha "bolinhas de sabão"

Sexta-feira, 30.08.13

Ontem consegui perceber finalmente que estes pequenos "tumps" que sentia há cerca de duas semanas dentro da barriga são mesmo a bebé a mexer-se. Já tinha sentido antes, mas comentei até com o marido que não podia ser, porque além de serem movimentos muito espaçados durante a noite, mais pareciam os intestinos gone wild que outra coisa... "Não, não deve ser nada disto", pensei eu.

Mas ontem a seguir ao almoço houve um verdadeiro festival de acrobacias, e fiz questão de me sentar e prestar mais atenção. Isto não podem ser os meus intestinos, valha-me Deus! Confirmei com amigas e com a mana, todas já graduadas em gravidez. Não havia dúvidas, as bolinhas de sabão a rebentar são mesmo ela. Algumas bolinhas até parecem dar um pequeno choque elétrico quando rebentam, e em alguns casos consegui mesmo ver a barriga aos pulos. Agora que já sei o que é, estou constantemente a sentir, o que é muito engraçado. À noite o marido tentou sentir, mas sempre que colocava a mão na barriga, ela parava - é já aquele instinto de fazer as gracinhas só quando não se sente pressionada e ninguém está à espera, só pode. Mas provavelmente é natural que seja ainda só eu a sentir, dado que ainda não é assim tão grande. Como disse uma amiga, daqui para a frente é que vão ser elas!

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por Carmen Saraiva

Plano de evasão

Quinta-feira, 29.08.13

Ontem a minha querida R. enviou-me mensagem privada no Facebook com um link e a seguinte mensagem: "Olha o que te espera :)". Era uma crónica do Público online, secção de Life&Style, sobre a maternidade. Li e adorei, ri-me imenso com a forma como a Sofia Anjos descreve a aventura que são os primeiros três meses de vida de um bebé. Apesar de ser num tom cómico, percebe-se que é a sério, faz-nos pensar que realmente não deve haver trabalho mais duro e exigente e indagar se estamos mesmo preparadas para tal turbilhão nas nossas vidas... Será que alguém está?

 

A crónica está aqui, para quem quiser ler (vale muito a pena!): 

http://lifestyle.publico.pt/artigos/324337_ser-mae-e-a-tropa-das-mulheres

 

Mais tarde, depois do jantar, e como de costume nos últimos cinco meses, abordava-se o tópico do momento. 

 

Ele: Bem, espero estar à altura do desafio!

Eu: É bom que estejas, até porque agora não podes voltar atrás...

Ele: Sim... nem tu!

Eu: Sabes lá! Eu planeio fugir para o Brasil, portanto...

Ele: Ai é? Antes ou depois?

Eu: Depois, claro. Se fosse antes não me adiantava de nada.

 

E assim se passam os serões a rir nesta casa...

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Informação fidedigna

Quarta-feira, 28.08.13

Segundo um estudo efetuado agora mesmo por uma reconhecida entidade de Estudos Universais (mais conhecida por EU), nove em cada dez carros em Lisboa param para dar prioridade a uma grávida numa passadeira, comparativamente a apenas cinco em cada dez no que toca a deixar passar "pessoas singulares". Ou seja, grávidas rule.

Vale a pena pensar nisto.

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A maternidade

Quarta-feira, 28.08.13

Na segunda-feira fizemos a tal visita à maternidade, que mais pareceu uma excursão organizada de 15 barrigas + acompanhantes pelos corredores do hospital. Esquecendo o facto de ter começado 40 minutos depois e de já haver mães (e sobretudo pais) a bufar porque tinham coisas marcadas e não podiam estar ali à espera eternamente, correu bem. Gostei do espaço, muito calmo (tudo o que não se espera que haja numa maternidade é calma, mas ali havia de sobra), o pessoal simpático, as enfermeiras muito queridas. Vimos os quartos onde se processa o trabalho de parto (os que servem depois não pudemos ver, já que segundo a enfermeira a lotação era de praticamente 100 por cento, mas ela disse que era a mesmíssima coisa), a sala de partos, com a temperatura praí a 5º (medo), a do recobro, o berçário onde ficam os bebés que precisam de cuidados extra ou que ficam internados, enfim, fizemos mais ou menos o percurso que se fará depois na hora H.

Entregaram-nos um folheto com toda a informação, que basicamente já sabia porque é a que está no site, mais coisa menos coisa, e responderam a todas as questões. Eu fui uma das que mais chateou, juntamente com um dos pais (que deve ser daqueles que lê tudo o que já se escreveu sobre gravidez/partos/etc.), e gostei de saber que são um hospital com política anti-dor e bastante flexíveis, dentro das possibilidades, a aceder à vontade e desejos da mãe para aquele dia. Ou seja, caso não haja qualquer imprevisto nem contraindicação médica, a mãe pode ter algum controlo sobre as operações, seja lá o que isso significa. Podemos levar velinhas para o quarto, um CD à nossa escolha para colocarem no momento do parto, enfim, tentar que aquilo seja o menos estranho e traumatizante possível. Daquilo que me apercebi, já que passou por nós uma senhora de maca que tinha acabado de ter a criança (coitada, mal abria os olhos e parecia que tinha sido atropelada por um tanque blindado), de quem estivemos depois também muito perto, na sala do recobro, com a devida separação das cortinas, claro (isto porque ela autorizou, caso contrário ninguém lá tinha posto os cotos), pareceu-me tudo muito caaaaaalmo e tranquilo. Em resumo, gostei. Nunca fiz isto, nunca passei por nada parecido, nunca na vida fui internada nem operada sequer, detesto hospitais (mesmo enquanto visita), por isso aquilo que se aproxima vai ser um grande choque e sei que me vai custar imenso, mesmo que corra tudo às mil maravilhas. Só de pensar em macas, observações, toques, soros, anestesias, utensílios cortantes e companhia limitada, já fico sem pinga de sangue. Portanto, que o stress que já sei que vou ter seja ao menos atenuado se o ambiente e o pessoal me fizerem sentir um bocadinho mais confortável. É o mínimo. Claro que o importante é ficarmos ambas bem de saúde, isso é o essencial aqui ou na China, mas se o resto também correr de feição, de certeza que tanto ela como eu estaremos mais felizes e descansadas e é meio caminho andado para não sair de lá a maldizer o dia em que ficou decidido que só as mulheres podiam parir os bebés.

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De ir às lágrimas

Quarta-feira, 28.08.13

Há muito tempo que não fazia o update dos vídeos da Porta, e do monte que vi agora este foi um dos que me fez rir mais. A imaginação desta gente não tem mesmo limites.

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por Carmen Saraiva

Facto do dia

Terça-feira, 27.08.13

O que é que se faz quando se tem uma pequena borbulhita no queixo, minding its own business, que passa praticamente despercebida?

 

Escarafuncha-se o mais possível até ficar irritada, vermelha e gigante e, aí sim, completamente evidente aos olhos do mais míope dos seres à face da Terra.

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por Carmen Saraiva

Sobre a lei da compensação

Terça-feira, 27.08.13

Ao longo da vida, vamo-nos cruzando com centenas de pessoas nos mais diversos contextos. Umas evoluem do estado "simples conhecidos" para o patamar de "amigos", outras nunca passam disso, umas são-nos indiferentes, outras tornam-se verdadeiros ódios de estimação.

Para mim, entre todas elas, sempre houve mais duas categorias distintas: aquelas que me inspiram boas energias, as que me fazem sentir bem, para cima, que têm em torno delas uma aura de cores bonitas e esbanjam boa disposição; e aquelas que têm em mim precisamente o efeito contrário, ou seja, que ao entrar numa sala enchem o ar de um negativismo impressionante e poluem imediatamente o ambiente, pessoas que estão de mal consigo próprias e com o que têm, que traçam como único objetivo prejudicar e ver os outros infelizes para se sentirem melhor na sua tristeza crónica e nas suas vidas desprovidas de sentido e propósito, e até chegam ao ponto de me fazer sentir mal fisicamente, tal é a intensidade do pessimismo que as envolve. Basicamente, pessoas cheias de "maus fígados", como digo às vezes. Infelizmente já tive de conviver com algumas que se encaixavam nesta última categoria, e não foi fácil. Gosto de estar sempre bem-disposta, de rir e de sorrir, de fazer rir os outros e da harmonia entre os que me rodeiam, e quando me deparo com pessoas que são precisamente o oposto de mim, custa-me horrores ignorá-las e fingir que não estão ali. Mas já o fiz, por vezes diariamente, e não morri. É preciso lembrar também que essas pessoas só têm a importância que lhes dão (ou que lhes damos) e, como tal, se formos a ver, não têm absolutamente nenhuma.

Felizmente, e para compensar os erros de casting do destino, de vez em quando aparecem na nossa vida as pessoas que se encaixam na primeira categoria, e quando menos esperamos. Foi o que aconteceu ontem. Há uns meses, por portas e travessas, travei conhecimento com uma menina (digo "menina" carinhosamente, por ser só quatro aninhos mais nova do que eu, mas em termos de maturidade é evidentemente uma senhora) num contexto não presencial, ou seja, através da internet. Foi por mero acaso: ela leu alguns dos meus textos pessoais, identificou-se com os meus desabafos e passado alguns meses enviou-me um email muito querido e extenso em que, entre muitas outras coisas, explicava que, apesar de nunca me ter visto, se identificava imenso comigo e sentia até que já me conhecia. Tudo isto sem saber, sequer, o meu nome próprio. Fiquei emocionada com a simpatia e a entrega das palavras, adorei a forma como o escreveu e descreveu (sempre achei que a eloquência ou, neste caso, a boa escrita, traduz fielmente a nossa essência e é, em 90 por cento dos casos, um excelente cartão de visita), e respondi-lhe, agradecendo imenso. Acabámos por nos aproximar mais e dar um rosto aos emails através dessa coisa a que chamam Facebook, que pode não passar de uma rede social mais ou menos inútil, que já despoletou não sei quantos mal-entendidos e outros tantos divórcios, mas que ainda tem destas coisas boas: trazer-nos pessoas que dão mais colorido à nossa existência e que, doutra forma, nunca conheceriamos. E foi assim que ontem nos encontrámos finalmente e nos sentámos para o que deveria ter sido um café de poucos minutos numa esplanada, e que se alongou durante quase uma hora e meia, que passou a voar - diz que é assim quando nos sentimos felizes entre amigos. Muito se disse e se confidenciou, e muito mais haveria para rir e chorar, não fosse a pressão do tempo, que era limitado. Ficaram prometidos outros cafés e mais risadas. A F. é realmente a pessoa que sempre imaginei que era: simpática, extrovertida, genuína e inteligente. Para não falar de giraça, que isso já tinha percebido pelas fotos. Afinal já a conhecia, mas ainda não sabia o quanto. Fiquei muito feliz por ter feito uma nova amiga, e mais ainda, por ter já há alguns meses na minha vida, mas agora de forma mais presente, alguém como ela. Obrigada.

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Segunda-feira, 26.08.13

Daqui a pouco vamos fazer a nossa visita à maternidade onde, em príncipio, vai nascer a bebé. Já apontei as mil e trezentas perguntas que quero fazer e espero gostar das instalações, do pessoal e do ambiente em si. Depois farei a minha análise, apesar de realmente esta já nos ter sido recomendada pelo Dr. Amado e de ser a escolha mais provável, até pela proximidade da nossa casa.

À tarde vou tentar completar mais um pouco o enxoval e riscar mais uns itens da extensa lista!

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Ainda o tempo das festas

Segunda-feira, 26.08.13

Ontem demos um salto às festas da N. Srª da Atalaia, aqui pertinho. É uma terra relativamente pequena, mas as festas costumam ser divertidas, apesar de ter notado alguma diferença este ano no número de tendinhas - eram bastante menos. O detalhe mais bonito destas festas é a igreja, que fica toda iluminada e, como está no ponto mais alto da localidade, apesar de não ser muito grande, se vê sempre e transforma a Atalaia num cenário das historinhas de encantar. Pelo Natal também costumam enfeitá-la da mesma maneira, e sempre adorei vê-la assim, acho que fica lindíssima e dá mais magia aquele lugar. 

Estivemos mesmo à porta da igreja e decidimos acender, no local próprio para o efeito, montado no exterior, uma velinha pequenina pela bebé, e outra um pouco maior, por todos nós. Não sou propriamente a pessoa mais católica à face da Terra, diria até que serei uma das menos religiosas (casei-me pela Igreja mais para satisfazer a vontade do marido e dos sogros, já que me era indiferente), mas de vez em quando sinto esta necessidade de acreditar em algo Maior do que nós. Não sei se é em Deus, ou se é simplesmente numa força ou entidade do Bem que nos guia naquelas horas em que mais precisamos. Há rituais, religiosos ou não, que são especiais, que nos unem mais um bocadinho e nos enchem o coração. E acho que, quando é sentido, de livre e espontânea vontade e não "porque tem de ser", ou "porque fica bem", é quando tem realmente significado. E lá fomos nós, acender as velinhas e colocá-las lá, no meio das restantes. Pedimos saúde, trabalho e dinheiro, por esta ordem. O Amor veio depois, não por ter menos importância, mas por felizmente termos de sobra e estar sempre presente na nossa vida.

 

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Mais um apontamento, para compensar

Domingo, 25.08.13


E aproveito para fazer um pequeno aviso: ai de quem não me preparar uma celebração destas no meu próximo aniversário...

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