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Por Carmen Saraiva

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Parabenzinhos atrasados

Domingo, 25.08.13

Ops! E já passou um mês (e três dias) desde o primeiro post, e nem me tinha apercebido! Até agora, o balanço é excelente e estou a adorar este registo diário de pensamentos e novidades. Vou continuar a cuidar deste pequeno bebé virtual com carinho e espero que venha a contar muitos aninhos, sempre com saúde!

 

e tal...

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This just in

Sábado, 24.08.13

Ouvi agora mesmo na rádio que há uma loja no Porto chamada Mùi Concept que tem um chá com sabor a vinho do Porto. Quero quero quero!!! Pick me, pick me!

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por Carmen Saraiva

Mais um bom recurso

Sexta-feira, 23.08.13

Diz que a C&A também tem roupinhas para bebé, e será certamente boa opção para comprarmos aquelas peças interiores que temos de ter em alguma quantidade, e que deixam de servir num instante. Vale a pena lá passar para dar uma vista de olhos. Além disso, na compra de 130€ em roupinha e complementos para recém-nascido oferecem uma bolsa com trocador de fraldas incluído (não é necessário ser numa única compra, pode-se acumular os talões de compra e apresentar quando se atingir esse montante para receber a oferta, limitada ao stock existente).

 

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Tinha de partilhar isto

Quinta-feira, 22.08.13

Desde que fiquei grávida uma das coisas que mais me apetece comer são tostas mistas. Sempre com fiambre de frango, daquele fininho, e queijo light, junto uma sopa e uma peça de fruta e está feita uma refeição que me sabe pela vida.

E agora a Terra Nostra lançou um queijo especial para tostas e outros pratos quentes!! Weeee, obrigadíssima pela lembrança. Diz que é produzido com o leite de vacas felizes, o que é sempre um ponto a favor nesta coisa de queijos, e que cada fatia é produzida a partir de 200 ml deste leite. Não pesco nada do assunto, mas parece-me ser bastante. Neste fim de semana vou já desencantá-lo para experimentar.

 

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As últimas oferendas

Quinta-feira, 22.08.13

Aqui estão algumas das últimas prendinhas que recebi para a nossa futura inquilina. Tudo coisas tão ricas!!

 

Vestidinho e bolero da Zara Kids, cortesia da prima Ângela e do primo Paulo. Ameiiiii!!

 

Bonequinho roca da Du Pareil au Même bébé, cortesia da "tia" Carla A. (c'est bon, ehn?)

 

Carradas de biberões, chuchas, correias de chucha, coisinho de gel para os dentes, protetores de mamilos e outras cenas que não sei o que são, tudo da NUK, cortesia da "tia" Nádia (que fez questão de influenciar já a criança e dizer bem perto da minha barriga "A tia Nádia é que é fixe!!!")

 

Bodys fofinhos da Zippy, cortesia da "tia" Cláudia

 

Eau de soin Musti, em coffret que traz o ursinho Musti (versão menina), da Mustela (cerca de 13€, se não me engano). Cortesia de moi même. Filha minha não vai andar por aí mal cheirosa, não senhor.

 

Entretanto já comprámos imensa roupa gira para o enxoval, mas ainda não me dei ao trabalho de fotografar as peças mais engraçadas. No entanto a minha lista de essenciais já está feita e posso dizer que ainda falta muuuuuuuuuuuita coisinha, oh se falta. Isto vai aos poucos.

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We are Komono, are you?

Quarta-feira, 21.08.13

Já disse ao marido que uma das prendas de aniversário que me pode dar é um par de óculos de sol daqueles giros de cair pro lado. Entretanto ando atenta às novidades, e a Komono é uma marca "muito à frente". Agora só mesmo experimentando para ver se me fica bem ou se pareço uma pequena extraterrestre. Mas lá que são lindos, são!! Estes são alguns modelos da coleção outono-inverno 2013/14, mas há 300 mil para escolher.

 

Amo estes!!!!

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Os meus melhores amigos (desde há 5 meses)

Quarta-feira, 21.08.13

Não sou nem nunca fui preguiçosa no que toca a rituais de beleza. Sou a favor de aproveitarmos todas as ajudas que a estética e a cosmética apresentam no mercado, e agora, mais do que nunca, preciso de um exército delas. Desde o primeiro dia em que soube que estava grávida que dei início ao combate às estrias, o bicho-papão que surge normalmente nesta altura e que quero evitar ao máximo. O creme hidratante e refirmante sempre fez parte da minha rotina durante todo o ano - a seguir ao banho, é fatal como o destino, besunto-me dos pés à cabeça. Tenho as minhas marcas favoritas, mas também gosto de ir variando e experimentando outras novidades. A recompensa é que a minha pele está habitualmente bastante elástica e suave, o que só por si já é uma vantagem, mas agora precisava daquela ajudinha extra, sobretudo nas coxas, ancas, barriga e peito.

Comecei por usar o Halibut Derma Anti-estrias, gama especial para Mamã, indicado para a gravidez (desde o primeiro dia) e pós-parto, e gostei imenso. Tem um aroma muito agradável e a aplicação é fácil e rápida, apesar de demorar algum tempo a ser totalmente absorvido, já que a textura, apesar de não ser oleosa nem pesada, é cremosa q.b. Tinha de fazer uma massagem de alguns segundos para ter a certeza que penetrava bem na pele, o que acaba por ser bom - massajar também ajuda à prevenção das estrias - mas é mais chato se estivermos com alguma pressa. Tem 250 ml e custa cerca de 16€ em farmácias e espaços de saúde.

Quanto terminei a embalagem, por volta das 15 semanas, decidi experimentar o da Elancyl, que me tinha sido recomendado por uma amiga, e comprei o Elancyl Prévention Vergetures, uma embalagem de 400 ml que custa cerca de 30€, também em farmácias e espaços de saúde. Este é indicado apenas a partir do quarto mês de gestação (é aconselhável evitar a aplicação no peito no caso das mamãs que estejam a amamentar). As vantagens são, logo de caras, o doseador que controla a quantidade de produto, o que acaba por facilitar e economizar sempre qualquer coisinha em cada aplicação. É certo que não tem perfume (é verdade, gosto imenso de tudo o que cheire bem, acrescenta sempre essa vantagem ao prazer do ritual), pelo menos não tão agradável quanto o do Halibut Derma Anti-estrias, mas a textura é mais fluida e espalha-se com imensa facilidade, sendo também absorvido muito rapidamente - basta esperar poucos segundos e posso vestir-me. Ainda o estou a usar e parece-me que vai durar ainda bastante tempo.

Ambas as marcas prometem prevenir as estrias e atenuar as já existentes - até agora, estão a cumprir, vamos ver daqui para a frente, quando a coisa se começar a complicar!

A Mustela também tem imensos cremes para o período pré e pós-parto, mas como ainda não tive ainda oportunidade de experimentar, não faço ideia de como são, nem me posso pronunciar sobre eles. Por enquanto, estou muito satisfeita com estes dois parceiros de luta!

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por Carmen Saraiva

Jantar de sábado

Terça-feira, 20.08.13

No fim de semana que passou pude rever amigos com quem não estava já há quase três anos, desde que me casei. Um casal de ingleses e os filhos, que conheci ainda tão pequenos e dos quais cheguei inclusivé a ser babysitter, e que hoje já estão praticamente da minha altura: o Tim, a Joanne, o Daniel e o Benjamin. A história da nossa amizade é muito engraçada e quis o destino que se tornasse mais duradoura porque o momento em que se mudaram para portugal coincidiu também com o meu regresso temporário, durante as férias de verão, para terminar a tese de mestrado, que depois de terminada e entregue na faculdade ditou então o meu regresso definitivo.

Quando tomei a decisão de me inscrever no mestrado em Inglaterra e de me mudar para lá, sempre apoiada pelo meu pai, que me incentivou desde o primeiro segundo, prometi a mim própria que, por mais que a vida pudesse ser mais cara, não iria trabalhar em part-time. Isto porque a maioria dos trabalhos destinados ao "estrangeiro" eram normalmente em bares, restaurantes e afins, trabalhos que exigiam muitas horas e em regime de turnos, o que eu sabia que poderia afetar a minha dispobibilidade física e mental para estudar como deve ser. Além de tudo, eram mal pagos - bem pagos se compararmos com o que se ganha em Portugal a fazer o mesmíssimo trabalho, mas ainda assim nada que justificasse desleixar o meu rendimento e a dedicação ao mestrado, que era ao fim e ao cabo a verdadeira razão pela qual ali estava, e na qual o meu pai estava a investir monetariamente em meu proveito. Via amigos meus, até algumas das minhas colegas de casa, chegarem a casa às 3 e 4 da manhã depois de não sei quantas horas a trabalhar num bar ou num restaurante para ganharem umas míseras seis, sete libras à hora. O que acontecia era que no dia seguinte faltavam às aulas, pelo menos às da manhã, por se sentirem exaustos. Nunca quis isso para mim. Se fosse extremamente necessário esse dinheiro extra e o meu pai não tivesse condições de me ajudar, obviamente que o faria, mas já que não era, o meu total empenho era empregue na faculdade.

Certo dia um dos meus professores, sabendo que era portuguesa, chamou-me depois de uma aula para sondar o meu interesse em dar aulas de português para estrangeiros. Fiquei surpresa com a proposta. Disse-lhe que nunca na vida tinha dado aulas de coisa alguma, que tinha acabado de sair da faculdade e que até achava que não tinha jeitinho nenhum, muito menos vocação, para ser professora. Ainda assim, depois da minha honestidade brutal, explicou-me que um grande amigo, dono e diretor pedagógico do instituto de línguas a dez passos ali da faculdade (e da minha casa), o Language Specialists International, lhe tinha pedido ajuda para encontrar entre os seus alunos de mestrado alguém que ele achasse capaz de dar aulas de português e, de preferência, que fosse nativo, claro. Ele pensou em mim de imediato. Disse-me que o pedido tinha vindo da própria Royal Navy Britânica, que iria financiar estas sessões, e que o aluno era um dos seus oficiais, que dentro de poucos meses seria enviado para Portugal ao serviço da NATO, em Oeiras. Logo aí lembro-me que fiquei petrificada. Imaginei o estereótipo do típico oficial britânico fardado - formal, sisudo, velho, chato como o caraças. Eu, uma miúda de 23 anos, a ter de lidar com uma personagem dessas, ainda por cima num tête-à-tête, sem mais ninguém para aliviar o ambiente e mandar umas larachas. Deu-me o contacto do tal amigo e pediu-me que lhe ligasse para marcar uma reunião e saber mais pormenores; se estivesse interessada e disponível para o trabalho, ótimo, se não, não perdia nada.

Nesse dia liguei para o meu pai, em pânico, para lhe contar a novidade e pedir a opinião. Claro que ele disse logo que era uma excelente oportunidade e, desde que não prejudicasse os meus horários de aulas e estudo, devia aceitar. (Tudo isto ainda sem saber sequer quanto pagavam.) Acabei por marcar a reunião com o dono do instituto, muito simpático, que me disse que o tal oficial precisava apenas de saber o básico da língua portuguesa, algo que lhe permitisse fazer compras, andar na rua, pedir o jantar no restaurante, enfim, o que um turista precisa (ou deveria) saber quando vai de férias para um país estrangeiro. Tinham à minha disposição todo o material necessário, e para ele também, e eu poderia servir-me das instalações e recursos da escola para pedir o que fosse preciso. As aulas seriam de 3 horas, duas a três vezes por semana ao final da tarde, sempre depois de terminado o meu dia na faculdade, e o salário era de 16 libras por hora. Disse-lhe logo que sim sem pestanejar. Essa pequena fortuna, numa altura em que a Libra estava altíssima relativamente ao Euro, traduzia-se em mais compras, mais saídas com os amigos, mais idas ao cinema, tudo gastos supérfluos que tentava controlar ao máximo por não querer estourar a generosa mesada que recebia do meu pai. Ainda por cima, sendo estudante, sobre este valor não ia incidir qualquer desconto. Deram-me não sei quantos documentos e requisições para preencher, registei-me na Inland Revenue, a Segurança Social Britânica, e assim que tudo ficou em ordem e recebi o meu número de contribuinte vitalício ("Se um dia quiser voltar a trabalhar cá, nem que seja daqui a 50 anos, o seu número e o seu cartão ainda serão os mesmos", disseram-me), pudemos agendar a primeira aula. Preparei tudo com entusiasmo, ainda que estivesse nervosa por não saber que tipo de aluno me esperava: fiz o plano das aulas para os primeiros dois meses, imprimi folhas, inventei exercícios, estudei os livros. Acabei por achar que isto, afinal, era capaz de ser divertido e que se calhar até ia gostar. Três horas pareciam-me uma eternidade para encher, e por isso para a primeira fiz questão de levar material a triplicar.

Nesse dia acho que caminhei até ao instituto com uma certa má disposição, tal era a ansiedade e o nervosismo. Estive quase a voltar para trás e a ligar para lhes dizer que tinha uma unha do pé encravada e que afinal não podia ir. Mas fui. E o tal oficial que me fez ter pesadelos acabou por ser uma supresa. Pouco mais velho do que eu (11 anos a mais, descobri depois), uma cara simpática, muito descontraído e informal, apesar da tal farda branca da Marinha que lhe daria supostamente aquele aspeto mais austero, o Tim foi sempre um aluno interessado e sorridente, que fazia muitas perguntas sobre a cultura do nosso país, pedia-me fotos, factos interessantes, e contava imensas piadas a toda a hora. A meio da aula faziamos sempre um intervalo de 10 minutos para tomar chá (Earl Grey, sempre) e comer uns cookies, na sala de convívio dos professores, que a essa hora estava vazia, e conversávamos imenso. Acabou por se tornar mais do que um aluno, um grande amigo, quando chegou a altura de se mudar para Portugal e me disse que, caso eu estivesse disponível, fazia questão que as aulas de português que a mulher iria ter, já depois de instalados, também financiadas pela Royal Navy, fossem dadas por mim. Mais: desta vez, o valor pago por hora seria a quadriplicar. Fiquei muito feliz e agradecida e aceitei, claro. Depois de terminada a minha tese e já de volta a casa, começámos as aulas e acabei por conhecer a esposa, Joanne, da qual fiquei também muito amiga. Tornei-me frequentadora assídua da casa deles e chegaram a pedir-me que tomasse conta dos filhos naquelas ocasiões em que queriam sair para jantar e beber uns copos, porque, diziam, "não confiamos em mais ninguém". Nunca quis que me pagassem essas noites, em que basicamente os meninos estavam a dormir no quarto, e eu acabava a fazer o mesmo no sofá da sala depois de ver um ou dois DVDs, mas nunca me deixaram recusar e diziam mesmo que se iam sentir ofendidos se não aceitasse. "Pelo menos para a gasolina e portagem", era o argumento. Sim, portagem e gasolina até ao Algarve.

E assim se foram passando os anos, entre festas, almoços e jantares, até que chegou a hora da família regressar a Inglaterra. Agora só nos vemos de vez em quando, sempre que eles voltam de férias, e na promessa de irmos visitá-los a Surrey. São amigos queridos e nunca nos esquecemos deles. No sábado voltámos a reforçar a ideia - sim, vamos ver-vos! Até porque as minhas saudades de Carnaby Street já não cabem no coração. Se for antes de nascer a bebé, tanto melhor, caso contrário, vamos na mesma! O meu sobrinho mais novo foi a visitar-me a Inglaterra com apenas 4 mesitos, a minha irmã e o meu cunhado correram Londres inteira com ele em pleno fevereiro - museus, restaurantes, monumentos, lojas, parques - não se transformou em Calipo e ninguém morreu. Aqui está a prova de que é possível.

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Facto do dia

Segunda-feira, 19.08.13

Hoje meu marido saiu às 6h e não trouxe o computador. Acho que avistei um porco a sobrevoar a nossa casa. 

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Back to the gym

Segunda-feira, 19.08.13

Depois de duas semanas de interregno, hoje é dia de retomar o treino no ginásio. Já sinto saudades e confesso que noto alguma diferença, sobretudo à noite, quando tenho mais dificuldade em dormir, coisa que não acontece quando faço exercício regularmente. Neste momento já tenho mais duas semanas de volume abdominal, que a partir desta altura do campeonato vai começar a sobressair cada vez mais, por isso hoje vou avaliar se consigo continuar a fazer todos os que constam da minha lista, caso contrário terei de adaptar alguns deles para se tornarem pregnant friendly, ou baby no bucho friendly. No entanto, parar por completo está fora de questão, a não ser que algo corra mal e seja contraindicado pelo médico. Vou tornar as cargas e o ritmo mais soft, se for preciso, mas quero permanecer sempre ativa até ao fim, até porque isso só nos beneficia ambas. Faz bem ao corpo e à alma!

 

Os fiéis companheiros de luta: um dos meus três amados pares de Skechers, os Tone-ups, especiais para fitness (na foto parecem amarelos mas na realidade são verde-vivo, e eu adoro esta cor, alegra logo o meu dia); o velhinho mas inestimável iPod, comprado na viagem a Nova Iorque quando aqui ainda eram a última Coca-cola no deserto (oldie, but goodie); e as luvas aderentes sem dedos que uso para o trabalho em máquinas (uma pessoa pensa que são só para o estilo, mas no outro dia esqueci-me de as levar e notei uma diferença enorme, afinal são mesmo indispensáveis).

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