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Por Carmen Saraiva

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Fenómenos do Entroncamento

Sábado, 28.09.13

De vez em quando, cerca de duas vezes por ano ou coisa que o valha, dá-se um fenómeno sem explicação nesta casa. Assim, do nada, aparecem meia dúzia de formigas pelo chão. Uma ou duas na cozinha, outras tantas no corredor, outra na casa de banho, e outra atrás do sofá da sala. De onde vêm, ninguém consegue apurar. Não é um carreiro, nem sequer chegam à dúzia, por isso não se consegue perceber por onde raio entram, porque nesse caso seria possível lá colocar veneno ou pelo menos Dum Dum, e dava-se conta do recado. Mas não. Mato uma. Passada meia hora aparece-me "ota" e tem o mesmo destino. Passados dez minutos vejo outra na divisão do lado, e assim por diante. As desgraçadas evitam andar em bando e espalham-se sem nexo para não dar nas vistas e realmente resulta, porque não percebo de onde vêm, nem a que propósito. Anteontem começou a dança mais recente, de um momento para o outro. E assim se passam os dias durante uma ou duas semanas, a pulverizar os cantos ao acaso com Dum Dum numa tentativa de acertar no esconderijo, depois a aspirar para recolher os cadáveres, até que, tal como apareceram, desaparecem sem deixar rasto. Juro que não consigo perceber, mas é tal e qual isto que acontece. Irritam-me profundamente, mas também sei que de todos os bichos que me podiam assombrar, a formiga é dos mais inofensivos, por isso é mesmo uma mera questão de incómodo e de invasão. Nada que se compare a uma barata, uma osga ou um rato, por exemplo, que me fariam sair de casa e contratar uma equipa de desinfestação. Mas lá que gostava de desvendar este mistério e correr com as malditas de vez, isso gostava.

 

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por Carmen Saraiva

Eleições e decisões

Sexta-feira, 27.09.13

Finalmente estamos praticamente a entrar no período de reflexão. Já não aguento mais a chatice da campanha eleitoral e a minha caixa do correio cheia de lixo. Calem-se todos! Eu já sei em quem vou votar, escusam de matar mais árvores e de me encher os ouvidos com as musiquinhas parvas que depois não me saem da cabeça o dia todo. Ufa!

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por Carmen Saraiva

Much a do about Honorato

Sexta-feira, 27.09.13

Anteontem, depois da segunda sessão do curso pré-parto, fomos jantar ao Honorato, o novo que abriu na Rua de Santa Marta. O marido já lá tinha ido almoçar com colegas de trabalho, mas eu ainda não, então lembrámo-nos de ir espreitar. O espaço já conhecia e sei que tem imenso potencial para criar um ambiente fantástico: era o antigo Luca, depois passou a ser um tal de Fusion, depois o Risoito (que abriu agora praticamente nas traseiras). Mas pelo caminho fui-lhe perguntando como tinha sido esse almoço e a primeira coisa que me disse foi que tinha achado o hambúrguer demasiado pequeno. Senti-me logo de pé atrás, já que estavamos as duas (eu e a mini me) cheias de fome e não me apetecia ficar mal servida. Ainda assim, decidimos arriscar e tirar a prova dos nove.

Chegámos pelas 21h, e reparámos logo que havia fila de espera. A uma quarta-feira. Aquela hora. Deve ser meeeesmo bom, pensei. O ambiente era realmente cool e estava extremamente bem decorado, embora de forma demasiado minimalista - não há menus (está tudo escrito a giz em diversos quadros pretos gigantes) e não há individuais a marcar os lugares nas mesas, o que lhes dá um aspeto demasiado "despido", a meu ver. As frases engraçadas escritas nos quadros espalhados pelo restaurante também são uma ideia gira que lhe dá personalidade. Estava cheio a abarrotar, a maioria eram grupos de 6 ou mais pessoas, mas lá demos o nome à hostess. Esperámos cerca de meia hora até nos sentarmos, a esta altura já capazes de comer uma vaca inteira. A música demasiado alta em combinação com as vozes das dezenas de comensais, que tinham de praticamente gritar para se fazerem ouvir do outro lado da mesa, tornaram o momento menos agradável. Se há coisa que detesto é demasiado barulho quando quero desfrutar de uma refeição descansada num bom restaurante... A simpatia da empregada que nos atendeu foi o que mais apreciei, sinceramente. Escolhi o hambúrguer Honorato, bem passado, e não achei mesmo nada de especial. O hambúrguer tinha de ser bem passado, de facto, mas não era preciso estar seco e duro que nem pedra. É possível servir carne bem passada sem ter de a esturricar. Não é fácil, é preciso saber o que se está a fazer, mas é possível, sim. Eu sei, porque já comi belos bifes (e por vezes bem altos) bem passados, tenros e suculentos. É raro, mas já aconteceu. Não foi o caso, e era um simples hambúrguer. Além de que tivemos de esperar mais de meia hora, o que para grelhar um pedaço de carne me parece demasiado. O hambúrguer não era pequeno, tinha o tamanho normal, mas bem temperado e saboroso não estava. O melhor do prato foram as batatas fritas e o molho de maionese com alho. Para beber pedi um mix de limão e gengibre, que estava muito bom, e ajudou a empurrar para baixo a carne seca, felizmente.

Quando finalmente saímos, já cerca das 22h45, ainda estavam a chegar pessoas para jantar. E o espaço continuava cheio. Fiquei sem perceber a razão. A única coisa que me ocorre é ser talvez um dos sítios in do momento em Lisboa, onde se vai para ver e se ser visto, e nem tanto para comer. Não sou apologista desses locais, e não tenho paciência para modas injustificadas. As razões principais que me fazem preferir um determinado espaço é a eficiência e simpatia do serviço, e logo depois a qualidade da comida (sim, por esta ordem). Sou capaz de ficar cliente vitalícia, até me darem razões em contrário. Mas o que achei é que este local não é assim tão bom nem é assim tão barato que justifique toda aquela agitação. A sensação que me deu foi de que este era o único restaurante aberto em Lisboa naquela quarta-feira, e realmente fiquei perplexa. É preciso muito mais do que uma decoração gira para fazer um restaurante. Dificilmente lá volto, porque as opções que lhe dão 10 a zero são imensas e, até ao momento, ainda não me desiludiram.

 

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por Carmen Saraiva

Pronto, começou...

Sexta-feira, 27.09.13

Não era preciso ser logo assim à bruta, outono. A sério. Alerta amarelo e ainda nem sequer estamos em outubro? Hoje acordei de madrugada com o barulho da chuva forte a cair, e ao mesmo tempo que sabe bem estar na cama a ouvir o temporal a desabar lá fora, é estranho ser logo assim tão de repente. A mudança da estação foi repentina e nem deu tempo a uma pessoa se mentalizar. Assim não pode ser, S. Pedro. Eu sei que em certas coisas é melhor ser logo de uma vez (tipo, com o arrancar dos pensos rápidos), mas nestas coisas não. É preciso fazer o luto do calor, derramar ums lagrimitas, beber umas cervejolas (para quem pode), fazer uns petiscos de marisco e tal na esplanada, tudo antes de largarmos de vez o biquini e as Havaianas. É senso comum. Assim uma pessoa fica deprimida ainda antes da mudança da hora, porque o dia está tão escuro que são 10 da manhã e parecem 7 da tarte, e é escusado tanto sofrimento por antecipação.

Mais: tenho poucos sapatos fechados aqui à mão, porque quando faço a mudança dos armários geralmente faço a troca e arrumo tudo em caixinhas no sótão, e também não vou dar-me ao trabalho de os ir buscar antes das últimas férias de praia deste ano, que começam já daqui a uma semana. Sim, eu ainda vou aproveitar um solzinho e uma prainha esperta, oh se vou! Por isso parece que se continuamos assim vou ter mesmo de me aguentar à bronca sem as galochas.

Casacos também é outro departamento interessante. Simplesmente não me servem, claro está. Já na quarta-feira tentei fazer as apresentações formais entre os mesmos e a barriga, e não me parece que tenha corrido bem. É coisa para ficarem de relações cortadas durante todo o outono e parte do inverno. Os ponchos serão a solução mais prática, segundo as minhas previsões, porque abotoar seja o que for nos próximos tempos é mentira. Esta nova estação vai ser, no mínimo, interessante em termos de opções de guarda-roupa...

 

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por Carmen Saraiva

Work work work... mas não só

Quarta-feira, 25.09.13

Tenho estado pouco tempo em casa ultimamente, e quando estou tenho geralmente trabalho para fazer que preciso de despachar e entregar, por isso não tenho postado com a devida regularidade! Os dias têm passado a correr e os fins de semana são sempre para ficar um pouco na ronha e passear com o(s) meu(s) amor(es), por isso o resto fica em standby.

 

Hoje ao final do dia temos a nossa segunda aula da preparação para o parto no Centro Pré e Pós Parto (http://www.preeposparto.com), em Entrecampos. Adorei a primeira sessão com o enfermeiro Luís, é super bem-disposto e pôs toda a gente à vontade e a rir à gargalhada com a leveza com que abordou os temas, sem deixar de eslarecer e desmistificar algumas questões com a devida seriedade. O centro tem um ambiente super agradável e toda a equipa é extremamente simpática. Estamos a adorar tudo até agora.

A parte final da primeira sessão foi um momento de relaxamento numa sala ao lado, descalços, sentados em tapetes de ioga, à luz das velas, em que o enfermeiro Luís nos explicou de que forma poderíamos estimular naturalmente a produção de ocitocina (a suposta hormona que nos ajuda a ter um parto menos doloroso e mais tranquilo). Foi muito interessante e fez-me todo o sentido a questão da importância da penumbra - "Quando é que os animais costumam parir? Não é durante a noite?" - que aparentemente é essencial. Já tinha lido isso algures, mas foi interessante perceber porquê. Claro que ninguém vai pedir para estar às escuras na sala de parto, mas foi muito útil saber que nos momentos que antecedem a hora H no quarto, o ambiente com menos claridade é o mais propício ao relaxamento e ao alívio das contrações. Eu já comprei uma velinha de aromaterapia para levar comigo - se resulta ou não, logo veremos! A respiração profunda também é de extrema importância - "Ninguém consegue estar nervoso a respirar profundamente, certo?" E pensarmos em coisas que nos deixem felizes, que nos sejam queridas, é outro truque. Enfim, agora só falta mesmo chegar ao dia e lembrar-me disto tudo sem querer atirar-me da janela nem destruir o que está à minha volta... Mas acredito que sim, que me vou conseguir lembrar de pelo menos alguns dos pormenores e que me irão dar imenso jeito!

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por Carmen Saraiva

Já as novas agendas!

Quarta-feira, 25.09.13

A agenda de Paulo Coelho! Já tive a de 2012 e a de 2013 e adoro, e agora chegou a novíssima para 2014: Partilha. A inspiração diária das frases e citações e a beleza das ilustrações ao longo das páginas não tem comparação com nada... Folheá-la é um prazer constante.

 

(15,50€)

 

 

E esta é outra novidade, que combina agenda e astrologia, com as características mais marcantes de cada signo e outros elementos esotéricos. Para quem, apesar de dizer que não acredita (right...), gosta sempre de ler as previsões para o seu signo em tudo quanto é livro, jornal e revista (como eu), acho que é uma excelente escolha.

 

(12,20€)

 

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por Carmen Saraiva

Já chegou

Segunda-feira, 23.09.13

É a estação que anuncia o frio, mas apesar de tudo uma que me diz muito. O outono traz o nosso aniversário de casamento, o meu aniversário, o aniversário do sobrinho JA, as castanhas, a Feira da Golegã, e também o regresso de alguns hábitos e rotinas que só aqueles dias mais frescos permitem. É a despedida do verão, mas não consigo associá-lo à tristeza nem à decadência. É uma estação que me deixa feliz! Gosto de tirar as botas e os botins do armário, de resgatar as echarpes e do quadro do pôr do sol ao final do dia. Gosto da contagem decrescente até ao Natal. Gosto de fazer cozinhados no forno e de ter a casa mais quentinha. Gosto de acender velas por todo o lado. Gosto da paleta de cores, dos laranjas, dos beges, dos amarelos, dos dourados, dos castanhos (a maquilhagem de outono é uma das minhas coleções favoritas do ano precisamente por isso). Gosto de me enroscar com o marido numa manta no sofá e ver um filme ao domingo à tarde. Gosto de uma imensidão de coisas que só acontecem no outono, e é por isso que, mesmo sabendo que vou morrer de saudades da praia, não me sinto deprimida.

Este outono é ainda mais especial porque marca os últimos meses até à chegada da nossa menina, que poderá vir ainda antes que ele termine, ou então no início do inverno, se achar que dentro da barriga é que se está bem e que não vale a pena apressar a coisa (o que eu sinceramente espero). Seja como for, será o último outono em que somos apenas nós dois...

 

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por Carmen Saraiva

Das controvérsias da barriga #1

Sábado, 21.09.13

Desde que fiquei grávida já me entraram pelos ouvidos 1300 teorias sobre tudo e mais alguma coisa. Umas leio aqui e ali, em livros, revistas e blogues, outras chegam-me sem que as procure, outras peço a amigas para ter outros pontos de vista sobre assuntos que me interessam. Ao contrário do que pensava, já consigo filtrar algumas das coisas e guardar apenas a informação com a qual me identifico e que acho que me vai servir, e não acumular na caixa de spam do cérebro não sei quantos bytes de coisas que só servem para ir para o lixo. Achei que só ia conseguir fazer isso depois de ela nascer, mas afinal já adquiri essa capacidade. Já mudei de opinião acerca de algumas coisas, noutras mantive a minha ideia inicial, mas ainda consigo ficar surpreendida com algumas coisas que ouço. Claro que "cada cabeça, sua sentença", e ainda bem que assim é. Cada uma saberá o que é melhor para o seu bebé, e a decisão final sobre todos os assuntos é sempre nossa. Se gostássemos todas de amarelo...

 

Tudo isto em jeito de introdução para despejar aqui umas larachas sobre alguns dos temas mais controversos desta coisa da maternidade.

O primeiro e um dos mais falados é o parto. Já tinha lido algumas coisas sobre o chamado "plano de parto", supostamente um pedaço de papel que devemos levar na mala da maternidade com indicação daquilo que gostávamos que acontecesse/não acontecesse no dia em questão. Sim, tenho algumas ideias do que gostava e não gostava, mas a expressão "plano de parto" faz-me alguma confusão. Porque, sejamos realistas: não fazemos ideia do que irá acontecer, certo? No nosso interior desejamos ao máximo que corra tudo bem, e corre na maioria dos casos, mas e se há algum imprevisto e alguns dos itens que incluímos não podem ser seguidos à risca? O que acontece às expectativas criadas? Um grandessíssimo balde de água fria, é o que é. Porque na nossa mente desenhámos um cenário durante (pelo menos) nove meses e depois nada daquilo se concretiza. Acho bom irmos conscientes daquilo que queremos, isso só mostra que estamos bem informadas, porque só bem informadas nos sentimos capazes de decidir entre A ou B, mas definir um "plano de parto" é quase tão ridículo quanto planear a festa do casamento tendo a certeza do tempo que irá fazer - nunca, mas nunca sabemos o que irá calhar, pode ser em agosto e chover torrencialmente, e pode ser em dezembro e estar um belíssimo dia de sol. É a roleta russa total! Portanto, sim, sou capaz de escrevinhar algumas coisitas num pedaço de papel, as essenciais, até porque tenho quaaaaaaase a certeza absoluta de que o pai vai estar tão apto a raciocinar e comunicar com clareza nessa hora quanto eu, mas não quero de maneira nenhuma fazer um filme que depois pode não passar por razões que me ultrapassam, e à equipa médica. Sim, gostava que fosse parto natural, com epidural, se faz favor - mas ela é que sabe como quer nascer. Se tiver de ser cesariana, então senhores, por favor tirem-na cá para fora o mais depressa possível, e bem, que isso é que me interessa. Agora nem me passa pela cabeça estar 30 e tal horas ou mais em trabalho de parto por pura teimosia, porque quero contar a história do nascimento dela em todas as suas festas de aniversário pelo menos durante 20 anos e vou gostar mais de me ouvir se disser que foi natural. Ah, e ainda mais se disser que foi com dor - outra coisa que me faz imensa confusão. Algumas mulheres preferem não levar a epidural e passar por todo aquele sofrimento "a frio", quais Joanas D'Arc parideiras. Juro que não consigo entender o ponto de vista, mas gostava. Sentem-se mais mulheres? Melhores mães? Ou é para depois atirarem à cara dos filhos, anos mais tarde, "Estive eu em sofrimento mais de não sei quantas horas para te ter, nem epidural levei, e tu agora saiste-me um/a desnaturado/a..." Se a epidural foi inventada, para alguma coisa há-de servir, digo eu. Sim, tem riscos associados e pode não funcionar em alguns casos, mas hoje em dia são raras as situações em que corre mal ou é contraindicada. Já não estamos em 1857! Uma coisa é dizer "Não quero epidural porque tenho medo dos riscos" (compreensível), outra coisa é "Não quero epidural porque quero sentir as dores". Hein? Temos mártires? O parto não é uma peregrinação de joelhos a Fátima, é só o momento em que finalmente o bebé tem de sair, e é esse o objetivo principal: sair, nascer, existir! Se a coisa estiver complicada e houver a hipótese de cesariana, siga para bingo! Encham-me de doses cavalares de anestesia e façam lá o que têm a fazer! Venha de cabeça, de pés, de lado, quero cá saber! Estou preparada para a dor mas, dentro dos avanços da medicina, quero o menos possível de sofrimento. Muito agradecida. Que venha bem e com saúde, e pronto! O resto resolve-se depois, quando ela já estiver ao meu colo.

Outro tema muito inflamado, sobretudo hoje em dia, é o da amamentação. Dá pano para mangas. Mas isso fica para um outro post...

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por Carmen Saraiva

Angry Birds

Sexta-feira, 20.09.13

Ahhhh daqui a cinco dias vai estar disponível nas livrarias o primeiro livro dos Angry Birds - O Mistério do Pássaro Verde. A editora é a Dom Quixote e o livro já está disponível na Leyaonline, em http://www.leyaonline.com/pt/livros/infantil-e-juvenil/7-9-anos/literatura-infantil/angry-birds-o-misterio-do-passaro-verde/

Sei de umas quantas pessoas que vão ser as primeiras a querer este livro... certo, JA??

Será que traz incluída a música do jogo? É que é uma das minhas perdições...

 

 

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Pequena marinheira

Sexta-feira, 20.09.13

 

Vestidinho da Petit Bateau oferecido ontem pelo papá. É para seis meses, mas como é largo dará provavelmente até aos nove/dez. Para a pequena marinheira passear - tanto dá para os dias mais frescos, com um casaquinho de malha e collants, como para os mais quentes, porque o tecido é bastante leve. Adoro ver bebés vestidos nestes tons. Vai ficar winda.

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