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Por Carmen Saraiva

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Recuerdos

Sábado, 30.11.13

Ontem tive uma ideia brilhante. Comprei todas as revistas de gajas deste mês (só as interessantes, claro), para as guardar e mostrar à Margarida daqui a uns anos, para ela ver o que estava na moda e do que se falava no ano/mês em que nasceu. No dia em que ela nascer vou também incumbir o pai de comprar os jornais mais importantes do dia. Vai ser uma recordação gira para ela, que eu também gostava de ter.
Para mais tarde fica a garrafa de vinho de 2013, para guardar e lhe oferecermos no dia em que se casar... Mesmo que se estrague o conteúdo, vai ser sempre uma preciosidade para nós.

 

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por Carmen Saraiva

Reta final

Sexta-feira, 29.11.13

Quase 36 semanas. Falta exatamente um mês para a chegada da Margarida. Sinto-me ótima até à data e, fora a dificuldade em mudar de posição durante a noite, e em levantar-me da cama (e de assentos muito baixos no geral), está tudo a correr lindamente. Nem sequer tenho tido grande dificuldade em dormir, nem as insónias que dizem ser comuns nesta altura. Sim, sinto que acordo com muita facilidade ao cair de um alfinete sobre um tapete, mas diz que é normal.

A única alteração que houve foi mesmo em termos de alimentação. Basicamente, de há 15 dias para cá só me apetece porcarias. Para quem comeu quase nada durante a gravidez toda, almoçava sopa e ao jantar comia um quarto do prato, agora não é que me apeteça comer muito, mas apetece-me tudo o que não presta. Batatas fritas, pizzas, hamburgueres, etc. E às vezes tenho uma necessidade imensa de algo doce, um biscoito, uma bolacha Maria, ou algo do género. Muito provavelmente porque o meu nível de açúcar no sangue está baixo, pelo menos segundo as últimas análises. Ou então é a miúda que está na fase da engorda e só me quer fazer comer coisas que não devo. 

Seja como for, o peso que tenho ganho de há um mês para cá tem sido todo para ela, porque coincíde com a estimativa do que ela tem engordado. Menos mal. Daqui a uma semana há nova consulta e já devo sair de lá com mais novidades...

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por Carmen Saraiva

BabelFish much?

Quinta-feira, 28.11.13

A inteligência da pessoa que faz a tradução da série Teachers, que passa na Sic Radical, continua a maravilhar-me. Ontem deparei-me com mais uma pérola que me deixou de boca aberta não sei quantos minutos, completamente incrédula com o que tinha acabado de ler nas legendas. Tive mesmo de "andar para trás", para me certificar que não estava a alucinar e que era mesmo real a barbaridade que tinha acabado de ver.

A cena passa-se entre duas professoras, em que uma pergunta à outra se deve ou não terminar a relação com o namorado. A colega prefere não se pronunciar sobre o assunto, aconselha-a a decidir sozinha e a pesar bem os prós e os contras. A outra responde: "Mas tu divorciaste-te, não foi? Foi uma boa decisão? A tua vida melhorou?" Ao que a outra responde, muito simplesmente: "Bem, para dizer a verdade, a minha vida não mudou muito. Tenho o mesmo emprego, os mesmos amigos, a mesma quantidade de sexo." E a frase final, 'Only more duvet.', foi brilhantemente traduzida como "Apenas tenho mais pêlos no bigode." E é isto, pessoas. De repente, ter mais edredão só para nós na cama passou a significar ter mais pêlos no bigode, algo que faz todo o sentido neste contexto e nesta frase.

Confesso que fiquei parva e estive ainda algum tempo a tentar perceber de onde raio a tal cabecinha pensadora a quem foi dada a responsabilidade de traduzir uma série que passa na TV (sem que alguém com mais de um quarto de cérebro reveja a extraordinária obra de arte antes que os erros passem para o público), tinha tirado esta conclusão genial, mas não consegui. Acho que duvet é uma palavra relativamente comum, e mesmo desculpando o facto da criatura não saber o que significa, o que só é indicador do seu nível merdoso de inglês, qualquer porcaria de dicionário, mesmo online, tem o significado correto. Só posso depreender que ou estava bêbado/a ou drogado/a enquanto estava a traduzir o texto, ou então que é atrasado/a mental - ele/a e quem deixou passar isto, claro. Ou também pode ter carregado o texto todo no BabelFish, esse grande e fiável tradutor online, e rezado pelo melhor. Ou ainda, é comediante e achou que podia enfiar uma laracha com direitos de autor e reescrever o guião da série. Apeteceu-lhe pôr pêlos no bigode da mulher, e pronto. Assim tem mais graça. Pelo menos para quem não consegue perceber o erro e fica a pensar por que raio um divórcio dá a uma mulher direito a ter buço.

O mais giro é que eu nem sequer sigo a série com afinco, vejo de vez em quando porque acho que tem qualidade e gosto dos atores - e mesmo assim, das poucas vezes que vejo, apanho sempre erros crassos destes. Imaginem se fosse ao escrutínio de assistir a todos os episódios e os analisasse à lupa.

Tenho pena de quem anda a poupar tanto no orçamento que contrata pessoas incompetentes e sem quaisquer habilitações para fazer trabalhos de tradução, quando há tantos profissionais dignos desse título sem trabalhar, ou com pouco trabalho. É que depois dá nisto, uma verdadeira chacota para quem apanha as pérolas - e uma pessoa não sabe se ri, ou se chora. É gozar com o vosso público, e só vos fica mal.

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por Carmen Saraiva

Das controvérsias da barriga #2

Terça-feira, 26.11.13

Já tinha dito uma vez que desde que estou grávida mudei o meu ponto de vista sobre muitos assuntos. Foi assim uma espécie de transplante de ideias que pode ter sido provocado pelas hormonas, ou pela quantidade de informação que nos entra pelos ouvidos a partir do dia em que vemos o tal risquinho bem marcado no teste de gravidez. Surpreendi-me a mim própria em muitos aspetos. Por exemplo, não tinha ideia do quanto gostava de ter um parto normal, ao invés de uma cesariana. Sempre pensei que isso me fosse indiferente, desde que tudo corresse bem, de uma forma ou de outra. Ou de quanto fazia questão de amamentar o meu bebé. Sinceramente era uma coisa que me assustava mais do que o parto em si, pelas histórias de terror que tinha ouvido e pelo alto nível de dependência em que isso nos colocava relativamente à criança, e vice-versa. Basicamente, a alimentação do bebé dependeria única e exlusivamente de nós, e nunca podíamos estar mais do que duas, três horas afastadas dessa tarefa, a não ser que retirássemos o leite para que alguém o pudesse dar em biberão. Não sei porquê, isso fazia-me imensa confusão. Mais: a aparente pressão a que as mulheres são sujeitas hoje em dia para amamentarem os seus bebés, sendo quase consideradas "criminosas" quando desistem, ou preferem à partida o leite adaptado, também me fazia repudiar todo o conceito. Afinal de contas, as mamas são de quem? Porque, sejamos realistas: tal como no parto, ninguém, a não ser a mãe, sofre na pele o efeitos da amamentação, e mais ninguém, a não ser ela, pode decidir se quer ou não sujeitar o corpo a esse processo. Sobretudo quando é tão doloroso ao ponto de as fazer chegar ao desespero e às lágrimas, transformando o acto numa verdadeira provação - que acho que não é de todo a ideia, nem para a mãe, nem para o bebé. Aliás, já li que nesses casos extremos, o bebé sente de tal forma o stress da mãe que todos os benefícios do leite se desvanecem - mais vale dar leite adaptado num ambiente calmo e relaxante, em que se pode apreciar o momento e realmente estabelecer uma ligação com o bebé, do que passar as passas do Algarve para amamentar contrariada e em sofrimento. Não faz sentido e pronto, e se a mãe não estiver feliz, o bebé também não pode estar. Não acho que sejam más mães, nem que estejam a negligenciar os bebés por isso. Elas lá terão os seus motivos, e de certeza que as crianças serão compensadas de outras formas, quanto mais não seja com o sorriso e com o bem-estar da mãe, que eles entendem nos primeiros tempos como sendo parte integrante deles próprios. Não cabe a mais ninguém julgar, sejam essas pessoas mães ou não, porque "só quem está no convento sabe o que lá vai dentro". Ah, e outra: que me desculpem os homens, mas neste tema acho que têm muito pouco a "apitar", mesmo que sejam os pais da criança, mas muito menos quando não é do vosso bebé que se trata (a não ser que sejam obstetras ou pediatras). Se há coisa que me irrita é ver homens a mandar bitaites sobre planos de parto ou sobre amamentação alheia, quando ninguém lhes perguntou absolutamente nada. E quando acham que podem criticar as mulheres pelas suas escolhas, então, é a gota de água. Perdoem-me, mas o vosso poder de argumentação pesa muito pouco num assunto do qual nunca poderão perceber mais do que dois ou três por cento. E ninguém leva a sério a crítica sobre um tema que se baseia única e exclusivamente no "imagino", no "ouvi dizer" ou na pesquisa pela internet. É a mesma coisa que eu dizer que certo filme é bom ou mau sem nunca ter posto os pés no cinema (nem poder sequer passar do foyer). Pensem um pouco: salvo raríssimas exceções, algum dia consideraram a opinião de uma mulher sobre futebol? Pois, bem me parecia.

Isto tudo para dizer que eu, sendo muito compreensiva para com quem escolhe não amamentar, depois de muito ler e ouvir sobre o assunto, descobri que afinal faço muita questão de o fazer. É daquelas coisas que acho que valem a pena, ainda que o início possa ser complicado (e é muito provável que seja). Segundo o que li, o primeiro passo é, além de querer, claro, encarar a coisa com naturalidade, sem pressões. Se o estado de espírito for de stress ou de receio, está tudo estragado - o organismo deixa de produzir ocitocina, e em consequência também dificulta a produção do leite. Há que facilitar um ambiente tranquilo para a mãe e bebé, e seguir todas aquelas regras que nos ensinaram no curso Pré-parto: a posição do bebé, a boa pega, as massagens na mama para aliviar a produção de leite em excesso, etc etc. As restrições na alimentação são a única coisa que me aborrece mais, já que já suportámos nove meses de certas privações, mas segundo o Enf. Luís Pedro, há algumas proibições que são mito. Ou seja, se a mãe já ingeria normalmente determinados alimentos durante a gravidez, isso significa que esses mesmos alimentos não vão afetar o bem-estar do bebé, já que este já está mais do que habituado. Claro que o álcool continua a ser proibido, mas o café pode ser tomado, se for logo após terminarmos - assim haverá tempo suficiente para o organismo o digerir nas próximas três horas, sem que afete o leite.

Outra coisa importante é não estabelecer metas. Ou seja, sei que gostava de amamentar até aos cinco, seis meses, mas não vale a pena pensar nisso, não vá a coisa correr menos bem e depois ficar desiludida. É levar um dia de cada vez e esperar pelo melhor. Se superarmos os primeiros tempos, em que parece que é mais alta a taxa de desistência, então estamos no bom caminho. E pensar sempre que somos capazes e que, afinal de contas, fomos feitas para isto. Se é o melhor para mim e para ela, então fico feliz se for bem sucedida. Acho que deve ser uma experiência maravilhosa e que a tal dependência que me fazia ponderar o leite adaptado vai ser algo que me vai preencher imenso (espero não vir a morrer pela boca...). Por isso é fazer tudo certinho, pedir ajuda se tiver dificuldades, e ver como corre. Em caso de emergência, é resolver da melhor forma e contornar o obstáculo, não desistir à primeira nem à segunda, e tentar levar o barco a bom porto. Sem pressões, acho que vai correr tudo bem. Se não correr, paciência! Caso aconteça o pior e seja levada a desistir, também sei que me estou nas tintas para o que os outros pensam e que dei o meu melhor. Filmes de terror é que não, senhores. Depois de nove meses de gravidez e um parto, acho que do que menos precisamos ambas é de dramas...

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por Carmen Saraiva

Deu-me pra isto, pronto

Sexta-feira, 22.11.13

Vasculhei e encontrei os meus pincéis e tintas, do tempo em que dava aulinhas aos miúdos e fazíamos trabalhos muito giros (é do que mais sinto saudades desses tempos), e lembrei-me de pintar umas telas para o quarto da minha miúda. Adorei e deu-me um gozo imenso. Acho que é para continuar e aproveitar a inspiração que anda por aqui.

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por Carmen Saraiva

Xmas wish list #1

Sexta-feira, 22.11.13

E começam as pedinchices quando falta praticamente um mês para o Natal!

 

 

A Parisiense, de Ines de la Fressange com Sophie Gachet, Bertrand Editora, 22,20€.

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por Carmen Saraiva

Imbatível top 3

Quinta-feira, 21.11.13

Há uns anos, quando estava na revista que foi a minha escola e a minha casa (pronto, e pela qual hei de sentir sempre um carinho especial), onde os artigos de beleza (e todos os outros) partiam de ideias originais e eram feitos de raiz, faziamos muitos trabalhos em que avaliávamos diversos produtos de beleza. Podiam ser cremes para vários fins, máscaras de pestanas, vernizes, blushes, corretores, batons, glosses... Alguns seguiam o esquema da entrevista a especialistas e a classificação dos mesmos consoante as suas avaliações científicas, mas outros, aqueles que não tinham agentes de tratamento e eram basicamente maquilhagem, baseavam-se simplesmente na opinião de quem mais interessa nestes casos: as comsumidoras.

Normalmente arranjávamos voluntárias entre as jornalistas da redação, amigas, família, enfim, para termos maior controlo sobre timings de entrega das respostas, que eram sempre apertados. Uma das voluntárias para esta "penosa" tarefa era sempre eu. Adoro experimentar tudo o que seja novidade em beleza, analisar ao pormenor texturas e perfumes, resultados finais anunciados e prometidos. Lembro-me que escrevia verdadeiros testamentos sobre cada produto e que a minha colega tinha até dificuldade em resumir todas as minhas declarações em meia dúzia de frases, que era o espaço disponível em página para cada testemunho. Era super divertido e dava-me um gozo imenso classificar todas as caraterísticas, vantagens e desvantagens dos imensos produtos que nos chegavam às mãos.

 

Tudo isto para dizer que num desses artigos, em que testámos mais de 15 bases líquidas das mais diversas marcas, fiquei verdadeiramente apaixonada pela Vitalumière Aqua, da Chanel. Destacou-se em muitos aspectos e ultrapassou as outras em larga escala. Desde o ritual da aplicação, com a sua textura leve e fácil de espalhar, e o aroma delicioso, ao resultado final perfeito e natural, entrou diretamente para o top das minhas bases preferidas, até hoje. Não há melhor forma de avaliar uma boa base se não poder compará-la com praticamente todas as outras opções disponíveis no mercado, e foi realmente o que aconteceu. Daí ter a certeza que não haveria (na época) outra que me agradasse mais.

Algum tempo depois tive também oportunidade de experimentar a Phyto Teint Éclat, uma base oil free e de longa duração da Sisley. Confesso que esta base é uma pequena maravilha na Terra. Apesar de ser bastante leve, tem uma cobertura fantástica e o efeito final é perfeito na minha pele. Portanto, outra que passou a ter lugar de destaque na minha caixinha mágica de make-up. A única desvantagem é a sua embalagem em vidro, que a torna mais frágil em situação de viagem, mas que acaba por proteger e conservar melhor o produto, fazendo-o durar mais tempo em perfeitas condições.

Agora, há cerca de um mês, trouxe para casa a Sheer and Perfect Foundation, uma novidade da Shiseido. É uma base aperfeiçoadora também oil free, como me convém, e cujo resultado se assemelha muito à da Vitalumière, da Chanel - até a embalagem é bastante parecida. Experimentei-a na loja, diretamente no rosto, aplicada por uma das colaboradoras, e rendi-me. E pronto, decidi completar a díade e fazer assim um pódio compostinho, que é muito simplesmente o meu top 3 de eleição em termos de bases líquidas, as que mais uso durante os meses frios. Qualquer uma delas é uma aposta seguríssima para quem quer investir num bom produto para a pele (muito importante, sobretudo a partir dos 30) e com um resultado final que não dececiona. São uma escolha certa não só pela qualidade, como pela duração - lembro-me que a primeira embalagem de Vitalumière me durou imenso tempo, usando-a todos os dias, já que a excelente fórmula do produto implica que não é necessária muita quantidade para conseguir uma boa cobertura. Tenho a certeza que a recém-chegada da Shiseido também não vai desiludir.

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por Carmen Saraiva

Do sofrimento de ontem

Quarta-feira, 20.11.13

Então parece que vamos todos para o Brasil, não é verdade? Custou, mas foi. Cristiano Ronaldo justificou ontem os milhões que ganha, é um facto. Gostei da garra e gostei do show de bola que o menino deu, e fico contente que tenha sido visto em todo o mundo. Aliás, um jornalista madrileno assistiu fervorosamente ao jogo e vibrou com cada golo de Ronaldo, deixando depois uma mensagem em vídeo a Blatter, que vi há pouco na TV, em que glorificava convictamente o jogador como o melhor do mundo, o número 1, o Deus da bola. É bom que ele esteja em alta, que a seleção esteja em alta, porque nós também ficamos, por afinidade. E é disso que precisamos, de algo que anime isto, caso contrário entramos todos em depressão, que para más notícias já chegam as de todos os dias. À falta de melhor, valha-nos o futebol.

Só tenho pena que Ronaldo só seja o maior quando marca não sei quantos golos e salva o dia. Quando por acaso está mais em baixo ou em maré de azar, vai de bestial a besta, já se sabe. Mas ainda bem que ontem não se deu o último caso. Assim já podemos todos começar a comprar os ingredientes para as caipirinhas e para as moquecas de camarão. Vai ser o primeiro Mundial de Magá, vou ter de comprar um mini equipamento para ela vestir no dia dos jogos. Pode ser que dê sorte.

 

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por Carmen Saraiva

O cadeirão, at last

Terça-feira, 19.11.13

Depois de corrermos mil e quinhentas lojas de móveis e decoração, presencialmente e online, achámos finalmente o cadeirão ideal para colocar no quarto da miúda e poder amamentar sem ficar com um torcicolo nem ombros doridos. E nada de 400 nem 500€, que eram os preços que mais havia para aqueles que se encaixavam melhor naquilo que pretendia, não. Por uma módica quantia de 159€, fizemos a festa. Estou muito mais descansada porque era uma peça que, ao contrário da cama, por exemplo, ia fazer falta desde o início, portanto a contagem era mesmo decrescente. Enfim, tudo se está a compôr! Neste momento falta-nos escolher os cortinados, mas como no quarto já estão uns postos (mas que quero mesmo trocar), também não é assim tãaaaao urgente quanto isso.
Depois só falta mesmo retirar do quarto o que não pertence, para fazer entrar o cadeirão, que chega daqui a 15 dias, e uma cómoda que temos de ir buscar ao Ikea. A roupa está toda lavada e só falta arrumá-la e organizá-la melhor dentro das gavetinhas. Esta semana tenho de dar uma vista de olhos para eliminar o que está a mais na estante dos livros dela (que vai partilhar com algumas coisas nossas), e praticamente fica tudo em ordem. Não vai ficar perfeito como tinha imaginado, porque tivemos de cortar no orçamento, mas vai ficar muito giro, tenho a certeza. E ela vai gostar. Fica prometida a foto assim que possível!

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por Carmen Saraiva

Cabo Verde #3

Segunda-feira, 18.11.13

E mais fotos!

 

 

Tubarão (ainda vivo)

Cristal de sal

Salinas de Pedra de Lume

A morrer com o calor...

Sentada na água das salinas!

Praia ao pôr do sol

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por Carmen Saraiva


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