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Por Carmen Saraiva

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Quem sai aos seus não é de Genebra

Terça-feira, 30.09.14
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Margarida a evidenciar desde cedo que gosta do que é bom. Sai à sua mãezinha, portanto.

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por Carmen Saraiva

Resultado passatempo Bellady

Segunda-feira, 29.09.14

E para começar bem a semana, aqui ficam os resultados do sorteio relativo ao passatempo Bellady!

 

Através do sistema random.org, os vencedores são os autores dos comentários número 9, 13 e 15.

 

(peço desculpa pela qualidade das fotos, mas penso que dá para perceber pelo menos o principal)

 

 

 

Cujos nomes indicados nos comentários são:

- Marla

- Catarina

- Mara

 

Parabéns!! :)

 

 

Enviem por favor para o email cmsaraivasantos@gmail.com os vossos contactos (nome e morada para envio do prémio), bem como a indicação do tom da Espuma Cor Intensa de Bellady que preferem – de entre Castanho Chocolate (6/7), Vermelho Jaspe (66/46), ou Louro Avelã (7/3). :)

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por Carmen Saraiva

Fim do passatempo Bellady!

Sábado, 27.09.14

Terminou ontem, e segunda-feira revelo o resultado!

 

Bom fim de semana... mesmo com chuva! {#emotions_dlg.rainbow}

 

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por Carmen Saraiva

Pãozinho no restaurante...

Segunda-feira, 22.09.14

... é igual a horas e horas de entretenimento. O que esta miúda adora pão, ou não fosse sobrinha de padeiro!

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por Carmen Saraiva

O livro polémico

Sexta-feira, 19.09.14

"Bifes Mal Passados", de João Magueijo (Gradiva Editora). Chamou-me a atenção durante uma das minhas muitas visitas à Bertrand com a Margarida (faço questão de a levar ao maior número de livrarias possível, porque quero que tenha bastante contacto e se veja rodeada de livros logo desde cedo). Uma obra que se queria uma mistura de livro de viagens com uma sátira do Reino Unido, de um autor que desconhecia, mas que me pareceu interessante. Não hesitei, trouxe. E li-o numa manhã. Confesso que fiquei desiludida, não por me sentir defraudada pelos conteúdos, isso não, mas pela forma como está escrito. De uma brejeirice sem tamanho, com uso e abuso de palavrões nescecessários e expressões que dão vontade de parar de ler, como "nojo", "vomitório", "merda" e outras, com repetições cansativas que não interessam nem ao Menino Jesus. É suposto ter graça, mas cai em desgraça com tanto exagero, tanta parvoíce. Não sou púdica, atenção. Já li imensos livros em que os palavrões estão na ordem do dia, e adorei. Simplesmente, nesses, são bem enquadrados. Até mesmo essenciais. Têm graça para o desenrolar da história. Neste livro, não são nada próximo disso. Aborrecem, enfartam.

Isto para dizer que a polémica já estalou no Reino Unido, porque já vários jornais fizeram notícia com este título, escandalizados com a ousadia do senhor que já há mais de 20 anos lá vive, estudou e hoje trabalha. Costuma-se dizer que não se morde a mão que nos dá de comer, e é verdade. Não que não seja igualmente verdade o que ele revela sobre o bicho que é o "bife" (como ele apelida durante todo o livro), e eu que lá vivi pouco menos de dois anos sei-o bem. Há coisas que os turistas não conseguem ver durante o fim de semana prolongado em que ficam em Londres, ou durante os sete dias em que passeiam e visitam a Tower Bridge e fazem compras em Oxford Street. Que estar em Inglaterra e não ser inglês (ou pelo menos não falar um inglês perfeito) pode ser complicado. Que as noites terminam cedo e, mal toca o sino no pub para as last orders, nos tiram o copo da mão e nos metem na rua dez minutos depois. Que não há bom peixe, apesar de estarmos numa ilha. Que ir jantar a um simples restaurante é caro. Que escolhermos o bife de vaca é ainda mais caro. Que os preços do vinho são proibitivos, a não ser que não nos importemos de beber uma zurrapa australiana comprada no Lidl. Que o pub crawling e as house parties são uma religião. Que, ao sábado à noite, chova ou neve, as inglesas calçam as suas sandálias de salto agulha e vestem os seus tops de alças e as suas minissaias mais curtas e saem para os night clubs, sem levar casaco, para poupar as duas quid que cobram os cloakrooms. Que os ingleses são bêbados (mas quando bebem, ao menos não conduzem, como em Portugal), porcos, arrogantes, racistas, pouco sociáveis, violentos, trafulhas, snobs, promíscuos. Tuuuuudinho na mouche. Aquela capa de bem educados e civilizados a beber chá às 5 da tarde - que, by the way, é hora de jantar, e não de tomar chá - é tudo encenação para europeu ver (sim, eles não se consideram parte da Europa). Não é por acaso que, durante todo o tempo em que lá vivi, tenha feito meia dúzia de amigos ingleses. (Mas, diga-se de passagem, amigos dos bons, que guardo até hoje.) Mas obviamente que, escrito desta maneira, à bruta, até o Papa se ofenderia. E eles não gostaram que maldissessem o seu país, nós também não gostaríamos se alguém estrangeiro escrevesse um livro a maldizer os portugueses, muito menos se esse alguém cá morasse há 20 anos. Mesmo sendo tudo verdade, verdadinha. Mal comparado, é quando alguém diz mal dos nossos filhos: mesmo que os defeitos existam e nós tenhamos essa noção, ai de quem os aponte. Há gente boa e má em todos os países, e a Inglaterra não é exceção. Eu sei apontar os defeitos que eles têm, mas também sei que morro de saudades de lá morar e que acho que fiz um gigantesco erro quando decidi voltar para Portugal depois de terminar os estudos. Sobretudo tendo em conta a situação atual deste mísero país. Sim, ia ter saudades do bom peixe e do marisco, dos caracóis, da sopinha do pai, do sol, do "deixa-andar" do tuga, mas também teria tido outras vantagens em termos profissionais que aqui não existem. E sempre poderia lamentar-me pela Carnaby Street e outras tantas ruas de Londres, que no seu cinzento infinito, continuam a ser lindas de morrer.

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por Carmen Saraiva

E vão nove

Quinta-feira, 18.09.14

9 meses de Margarida. Não há palavras para explicar o que sinto quando olho para ela, quando ela me oferece aquele grande sorriso, uma das suas gargalhadas, ou um abracinho apertado. Repito vezes sem conta, em pensamento: "não há dinheiro que pague". E não há mesmo. É tão cliché dizer a quem não tem filhos que é maravilhoso, que não há coisa melhor, que nada se compara, bla bla bla. Mas pronto: pessoas que ainda não contribuiram para a taxa de natalidade, fiquem sabendo que é mesmo.

A cada dia este amor vai crescendo, crescendo, e mesmo quando pensava que já não conseguia amá-la mais, no dia seguinte, quando a vou buscar à cama e ela estica para mim os seus bracinhos, também o meu coração estica mais um bocadinho. Neste momento está de tamanho XXXXXXXXXXXXL , e nem imagino o quanto ainda terá para crescer ao longo dos anos. Quando ela nasceu e a vi pela primeira vez, pensei que já a amava tanto... mal sabia que esse amor ainda estava só a começar. Pode mesmo ser assustador, e é. Todos os dias são uma alegria, uma surpresa. Cada fase nova é uma excitação, cada descoberta que ela faz e cada marco que alcança são motivos de orgulho. Mesmo nas coisas mais pequenas celebramos a vivacidade e a esperteza, que a cada dia que passa vão também aumentando. E mal posso esperar por viver com ela todas as fases que ainda estão por vir. Sinto um entusiasmo enorme só de pensar, por exemplo, no dia em que der os primeiros passinhos, ou no seu primeiro dia de aulas. Antes de ela nascer não sabia o quanto me fazia falta, e agora percebo que não sei viver sem ela. Depois de sermos pais reencontramo-nos enquanto seres humanos, e percebemos qual era afinal o nosso propósito, a nossa Missão.

E mais outra gracinha, a novidade de hoje: começou hoje a bater palminhas. Sozinha, do nada, depois de eu ter andado meses a tentar ensiná-la, de repente decidiu-se. Agora está entusiasmadíssima e não pára. Suponho que para celebrar os 9 mesitos...

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por Carmen Saraiva

Magá bidente

Terça-feira, 16.09.14
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Já pode substituir Maria Helena n' O Dilema das manhãs da SIC. É oficialmente bidente. Aguardam-se as previsões para a próxima época do campeonato de futebol.

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por Carmen Saraiva

Domingo

Domingo, 14.09.14

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Vestido Jacadi Paris.

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por Carmen Saraiva

Passatempo Bellady

Sexta-feira, 12.09.14

Ainda me lembro quando a coloração feita em casa não se comparava com aquela que fazíamos em salão. Isto foi há milénios, antes do enorme avanço das técnicas de aplicação, apuramento das texturas e dos tons, que tornaram as colorações caseiras muito seguras e fáceis de usar, além de proporcionarem um resultado muito próximo das que são aplicadas por profissionais. E, claro, por um preço tão acessível, o que hoje em dia é também um fator de peso nos cuidados de beleza. Há as colorações que se desvanecem com as lavagens e as de longa duração, e mesmo quem não tem cabelos brancos (sou uma dessas sortudas!) e não precisa de pintar o cabelo com regularidade, gosta de aplicar de vez em quando um tom semelhante ao seu, para reavivar o brilho, ou um completamente diferente, para uma mudança de visual que nos dê um novo ânimo no "teste do espelho". Faço precisamente isto há anos, e tão depressa a primeira opção como a segunda. Janeiro e setembro são meses em que gostamos de mudanças e, sobretudo agora, na rentrée, sabe bem enchermo-nos de boas energias para receber bem o outono. Por isso nada melhor do que uma imagem renovada que nos deixe a autoestima lá em cima. E é tão fácil mudar...

 

As Espumas Cor Intensa de Bellady, fruto do trabalho de investigação dos experts de Wella, oferecem máximo brilho, intensidade e durabilidade. O sistema de proteção exclusivo Bellady, que põe fim ao esmorecimento da cor, é a solução para quem não gosta da curta durabilidade de algumas colorações que existem no mercado. Estas espumas incorporam pequenas moléculas de cor intensas que penetram em profundidade até ao interior de cada fio de cabelo para proporcionarem uma coloração hipnotizante e tornarem as fibras capilares menos vulneráveis à perda de intensidade da cor. E além de oferecerem uma cor intensa, as Espumas Cor Intensa de Bellady têm também uma textura leve e suave que permite uma aplicação muito prática e intuitiva, cobrindo 100% dos cabelos brancos, esse nosso grande ódio de estimação!



Para celebrar a rentrée, o 100 páginas vai sortear três Espumas Cor Intensa de Bellady,  sendo que o tom preferido ficará ao critério das vencedoras – de entre Castanho Chocolate (6/7), Vermelho Jaspe (66/46), ou Louro Avelã (7/3), três tons elegantes, sóbrios e femininos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 - E como participar?

 

Basta comentar este post com a frase:

"Eu quero uma cor duradoura e intensa com Bellady".

 

O sorteio será feito através do sistema random.org, considerando a ordem de entrada dos comentários.
O passatempo termina às 23h59 do dia 26 de setembro de 2014.

 

Os resultados serão anunciados através do blog, e as vencedoras terão de me enviar por email a respetiva morada para envio dos prémios.

 

Boa sorte! :)

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por Carmen Saraiva

Inauguração dos passatempos no 100 páginas. Yey!

Quinta-feira, 11.09.14

Na rentrée apetece novidades, recomeços... E por isso mesmo amanhã vai haver um first no blog: um passatempo!! Yey! O primeiríssimo de todos vai ser muito simples e fácil de participar, e com enfoque na beleza. Claro. Porque o que mais queremos é regressar à rotina de cara e imagem frescas e airosas. Aguardem de manhã, pela fresquinha.

 

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por Carmen Saraiva


Em poucas palavras



O que preenche as páginas


Folhearam as 100 páginas


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