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Por Carmen Saraiva

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O último dia do ano

Quarta-feira, 31.12.14

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E assim termina 2014, com um dia cheio de sol e frio, exatamente como eu adoro. Apesar de não ter concretizado todas as minhas resoluções e de este ano não ter sido fácil, acho que o balanço foi positivo, sobretudo se tiver em conta os inúmeros momentos felizes passados com a Margarida. Sei que o próximo ano trará ainda mais momentos desses, e tenho esperança que traga também outras coisinhas que muito ambiciono. Mas que não falte saúde, para mim, para a família e amigos, é o mais importante.

Não ligo absolutamente nada à Passagem de Ano. No ano passado ficámos os três em casa, enquanto o resto da família entrava em 2014 na casa da mana M. Estava um temporal horroroso, a Margarida tinha de mamar de duas em duas horas no máximo e tinha só quinze dias, e eu andava de rastos na altura com a privação de sono. Decidimos então ficar dentro para a poupar à confusão e ao frio, a comer uns camarões e no quentinho. Mas hoje a noite vai ser especial e animada entre amigos, na casa dos queridos B. Converseta, boa comida e bebida é uma combinação promissora. Decidimos em conjunto o menu entre 2987 comentários no Facebook, e cada um leva uma coisinha, para não ser tão trabalhoso para a anfitriã. Eu fiquei encarregue dos camarões à guilho e vou fazer também já in loco uns ovos mexidos com linguiça, especialmente para a minha partner M. Levamos também uma garrafinha de branco e de espumante. Além disso, haverá também jogos de tabuleiro, que é coisa que adoro mas que raramente tenho o prazer de usar. Vou levar um Monopólio comprado há uns três anos que ainda nem sequer foi estreado e está a ganhar mofo aqui no móvel da sala. Vou só ali rezar para a Margarida não me comer os condomínios.

 

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Quase Natal!

Segunda-feira, 22.12.14

E já estamos na semana do Natal! Yey!! Depois do aniversário da Margarida e da festança no passado sábado, passamos agora à festa seguinte, neste mês que é um verdadeiro rali de almoços e jantares: o aniversário da Magá, Natal, aniversário do cunhado dia 26, logo assim a abrir, sem tempo de recuperar do enfardanço de dia 24 e 25, e finalmente passagem de ano. É sempre bom reunir a família e dar umas boas gargalhadas, e isso é a principal razão que me faz ansiar pelo Natal. O pior é que este é um mês em que tradicionalmente a dieta é atirada pela janela, sem dó nem piedade. Já comprei um drenante para fazer o detox e começar as restrições alimentares rigorosas em janeiro, como resolução de Ano Novo - uma das poucas, mas sem dúvida obrigatória. Estou a precisar de entrar na linha, literalmente. Com a Margarida deixei de poder continuar a minha rotina de ginásio, que mantive inclusivé durante a gravidez, e agora o corpo ressente-se. Por isso vou ter mesmo de cortar nos pecados gastronómicos... Paciência e muita força de vontade, e tudo se consegue!

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Xmas mania

Segunda-feira, 22.12.14

Desde sensívelmente dia 1 de dezembro que a banda sonora da Margarida na hora de deitar são músicas natalícias da minha vasta coleção de CDs alusivos à quadra. Isto pode originar dois cenários futuros a médio/longo prazo: ou vai sair à mãe, uma maluquinha dos "Jingóbel", ou vai ficar traumatizada para todo o sempre.

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1 ano inesquecível

Quinta-feira, 18.12.14

Há um ano, estava eu carregadinha de nervos. Há um ano, sentia-me num carrossel de emoções, sacudida entre o entusiasmo, a ansiedade, o medo, a alegria. Há um ano, estava eu numa cama da maternidade, a aguardar que me levassem para cesariana, a pedir ao enfermeiro Sérgio para me ajudar a levantar de cinco em cinco minutos, para eu poder ir à casa de banho (38 semanas de gravidez e stress são uma mistura explosiva). Há um ano, estava prestes a conhecer a Margarida. Depois de nove meses a imaginar o seu rosto, a sentir na barriga os seus pontapés e as suas reações aos barulhos exteriores estridentes, que ainda hoje a incomodam, estava finalmente na hora de poder pegar-lhe, cheirá-la e abraçá-la. Contar e examinar com atenção todos os dedinhos das mãos, depois os dos pés. Foi um dia marcante do qual relembro exactamente cada momento - até ter sido mãe não percebia como era possível decorar com tanta clareza cada segundo de um dia, mesmo que já tivessem passado 30 ou 40 anos, ou uma vida inteira. Agora percebo. A frase que mais impacto teve em mim foi aquela proferida pelo querido Dr. Amado, "Vem aí a sua Margarida!", milésimos de segundo antes de a puxar para o Mundo e para o seio das nossas vidas, que são agora tão mais cheias de sentido. Só porque ela existe. Só porque vale a pena acordar todos os dias para um sorriso, para uma gargalhada, para um abraço apertado e um beijo doce da nossa boneca de Natal. O primeiro momento em que a vi, erguida pelo Dr. Amado sobre o pano verde, ficou congelado para sempre na minha memória. Achei-a logo tão mimosa e absolutamente única. Nunca pedi para ter uma filha perfeita, por achar que não existiam. Mas a Margarida é realmente a nossa filha perfeita. Em mil bebés, não poderia haver outra igual. Nem por encomenda conseguiriam reproduzir outra menina tão linda, tão sorridente, tão calma, tão divertida, tão meiga. E ainda só passou um ano. Sei que temos muita sorte e só tenho a agradecer estes 12 meses em que na nossa casa a felicidade foi elevada ao expoente máximo. Parabéns, minha filha. Meu tesouro. Desejo-te muitos anos de saúde e felicidade, e que nós estejamos cá para os ver. A mamã ama-te muito, muito.

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