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Por Carmen Saraiva

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Ainda sobre as estrias

Quinta-feira, 05.12.13

Nos últimos meses fiquei 'pro' em cremes antiestrias. Eu, que nunca antes tinha precisado de recorrer a este tipo de cosmética, desde que engravidei já experimentei seis marcas diferentes: Percutalfa, Halibut, Elancyl, Mustela e, mais recentemente, Lierac e Clarins. Até agora, às 36 semanas de gestação, ainda não fui atacada pelas malvadas - não sei se pela eficácia destes cremes, se pela genética, se pelos cuidados de hidratação contínua que sempre tive desde os 15 anos. Todo o santo dia, com frio ou calor, após o banho nunca falha o ritual do creme hidratante no corpo todo. No verão alterno com o after sun nos dias de praia. O que é certo é que a pele deve ter adquirido uma elasticidade profunda que permitiu que as estrias ficassem longe agora durante a gravidez - sei que ainda não acabou o tempo e ainda falta a recuperação pós-parto, por isso "bate na madeira", mas de qualquer forma acho que já vim longe e muito provavelmente com os cuidados que tenho tido sou capaz de conseguir fintar esse desgosto.

Mas voltando à crítica sobre os dois produtos antiestrias que experimentei em último lugar: quanto ao Phytolastil, da Lierac, achei fácil de espalhar, o que favorece a massagem, e é sem dúvida de absorção rápida. Os únicos pontos que me desagradaram foi mesmo a textura, que por ser gel não se torna muito agradável durante estes meses mais frios, e o aroma, que também não seduz. Achei também que a embalagem é demasiado pequena (apenas 100ml) e, como tal, acaba muito depressa, sobretudo se fizermos a aplicação duas vezes ao dia. Acho que me durou apenas duas/três semanas, o que é pouquissimo...

Relativamente ao Soin Complet Spécial Vergetures, da Clarins, apesar do aroma não ser o que estava à espera, tem a textura perfeita e a embalagem tem o tamanho apropriado para durar algum tempo (200ml). É fácil de massajar (vem aliás com conselhos e dicas sobre a melhor forma de aplicar o creme de maneira a favorecer a estimulação da pele durante a gravidez), e nota-se de imediato o aumento do conforto e da elasticidade. O extrato de centelha asiática ajuda a proteger e a regenerar as fibras de colagénio e elastina, e os extratos de baga de empetrum e siegesbeckia consolidam a ação apaziguante e reparadora. É este que estou a usar no momento e creio que vá durar até ao parto, altura em que irei passar para um produto regenerador e reparador dos tecidos, em combinação com o antiestrias. Isto tudo para além de um creme de hidratação profunda, claro. Ainda não sei de que marca será - a Mustela tem um indicado para o período pós-parto, mas ainda não sei se irei escolher esse.

 

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