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Por Carmen Saraiva

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Margarida em ilustração

Quarta-feira, 09.04.14

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Acabou de chegar pelo correio este amor de ilustração, feito por uma antiga colega de liceu que é professora no Porto e decidiu recentemente explorar a sua veia artística - e que veia, diria eu! São desenhos totalmente personalizados e feitos ao gosto do freguês (bonecos, cores, etc), por isso não há como não adorar. Já tem página no Facebook (Aurora Illustrations) e segundo me diz, está a aceitar encomendas! Estou super contente e vou já hoje procurar uma moldura linda para colocar no quartinho dela. Vai ficar um must!

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por Carmen Saraiva

Ando "solteira" há três semanas

Sábado, 05.04.14

Há três semanas mandei limpar as nossas alianças na Eternis, e ainda nada. Tinham-me dito que demorava cerca de duas semanas, e por este andar vamos chegar ao mês completo. Espero depois de tanto tempo venham tão reluzentes que seja preciso usar óculos escuros quando as colocarmos. É o mínimo.

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por Carmen Saraiva

S. Pedro, não estou a perceber...

Quinta-feira, 03.04.14

Não era suposto hoje estar sol? Que raio de nuvens negras são estas? Uma pessoa a querer estrear os trapitos novos e nada de calor... Assim não dá, S. Pedro. Tanta esquizofrenia é demais para uma pessoa.

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por Carmen Saraiva

Carmen, a contestatária

Segunda-feira, 31.03.14

Desde que fui mãe, ou melhor, desde que fiquei grávida, perdi a paciência para certas coisas. Eu, a pessoa que no restaurante não era capaz de mandar para trás o Iced Tea de pêssego quando tinha explicitamente pedido o de manga, porque "coitado do empregado, e até nem me faz grande diferença", agora não consigo ficar calada quando me irrito. Acho que é por ter agora mais noção do que realmente importa, e como tal estar-me pouco lixando para o que os outros pensam, ou se lhes vou estragar o dia. Reclamo quando tenho razão, e mai nada. Aguentem-se à bronca se quiserem. É a diferença entre o período ADM (antes de Margarida) e DDM (depois de Margarida). Pode ser da maternidade, ou da idade. Ontem até reclamei na Nespresso, sítio onde o atendimento é sempre excelente e onde até ao momento nunca tinha tido razão de queixa. Quando entrámos deram-nos senha prioritária porque, claro, estávamos com a Margarida. Como nunca antes tinha feito uso dessas senhas (acho que enquanto estive grávida nunca lá fui, porque pouco café bebi), nem sequer me tinha apercebido que as tinham, mas agradeci pelo facto. Entrámos, e olhámos para o ecrã que anuncia os números a ser chamados. O número prioritário que lá estava era o 10, e o nosso o 11, pelo que deveríamos ser chamados de imediato, pensei eu. Mas o mais engraçado é que continuaram a chamar os outros números (os não prioritários), sem de facto darem a referida "prioridade" ao nosso. Esperámos cerca de cinco minutos, e nesse tempo foram chamados pelo menos 3 dos outros números ditos "normais". Passei-me. Não percebi qual era a finalidade de terem senhas prioritárias, quando ao entrarmos continuavam a chamar os restantes números, e não o nosso. Comentei isto em voz alta com o marido, mas claro que a intenção era ser ouvida. A senhora que nos tinha dado a senha à entrada sentiu-se ofendida, e ripostou, o que na minha opinião só lhe ficou mal, e à Nespresso. "Minha senhora, as senhas prioritárias são atendidas só no balcão X. E à velocidade a que isto está, nem sequer há muito tempo de espera", e bla bla bla. Respondi que quando ia à farmácia com senhas prioritárias e a situação era semelhante, era chamada de imediato, ao que a senhora respondeu que "aquilo não era uma farmácia". Passei-me ainda mais. "Desculpe, mas acho que vocês não perceberam o conceito de senhas prioritárias. Eu sei que isto não é uma farmácia, mas se entro aqui com uma senha prioritária e se encontram outras senhas prioritárias à minha frente, com toda a certeza que tenho de esperar. Agora quando entro com um número prioritário que é o imediatamente a seguir, e enquanto já cá estou chamam 3 ou 4 números que não são prioritários antes de mim, então não faz qualquer sentido. Eu não venho à Nespresso por ter senhas prioritárias, já vinha antes quando não tinha direito a elas, por isso não me importo de esperar (caso contrário vendo a máquina no OLX e compro outra que venda cápsulas no hiper, assim não tenho de me ralar com senhas), mas se apregoam esse sistema e não o põem a bom uso, e é só "para inglês ver", então estão a prestar um mau serviço ao cliente, coisa que não esperava da Nespresso. Não me interessa a que velocidade isto vai nem em que balcão somos atendidos, mas há de convir que não faz qualquer sentido haver senhas prioritárias se funcionam assim." E pronto, over and out. Já não disse mais nada, e chamou de imediato a atenção de uma colaboradora disponível para o nosso número. Resultado: fomos chamados nos dois segundos seguintes, e acabou tudo em bem.

Mais: na quinta-feira passada comprei uns All Star cor de rosa para a Margarida no Fórum Montijo, na loja Proshop. Enquanto lá estive a empregada conversou demais e distraiu-se, na minha opinião (e olhem que para eu achar que há conversa a mais, é porque foi mesmo exagerado), e o resultado viu-se quando cheguei a casa: trouxe uma caixa com um sapato de cada número. E a diferença era mesmo flagrante, ao ponto de eu ter percebido ainda antes de os retirar da caixa e os comparar. Pronto, tinha de ser. Tanta conversa só podia mesmo dar nisto! Chovia torrencialmente por isso já não podia voltar lá com ela, decidi chamar a sobrinha para resolver o assunto. Entretanto liguei 348 vezes para a loja, e ninguém atendeu. Percebi que muito provavelmente o número par já não estaria na loja e já alguém teria tido a mesma sorte que eu, porque não haveria outra razão para a caixa com o número errado ter um sapato em falta e ter induzido à falha. Disse à sobrinha: ou arranjam o número que falta, ou fazem a devolução do dinheiro. Daí a uns minutos, liga a sobrinha. "Tia, eles estão a tentar procurar o número que falta. Mas dizem que não fazem devoluções." OK. Inspira, expira. Estava a fazer o jantar na altura e ia derrubando as panelas. "A., podes dizer em alto e bom som: ou me resolvem o problema, ou fazem a devolução do dinheiro, caso contrário eu amanhã estou aí às 10h da manhã, logo que isso abra, para fazer um escândalo, escrever no livro de reclamações e fazer uma queixa formal à Deco!! Não fazem a devolução se eu chegar a casa e decidir que já não me apetece ter uns ténis All Star cor de rosa, mas por incompetência da loja era o que faltava não me devolverem o valor!! Ahhhhhhhhhhhhhh!!!" E por aí em diante. Resultado: acabaram por resolver o problema e encontrar na loja do lado, a Lego, que também lhes pertence, aparentemente, uma caixa com os dois números certos dos All Star. Ah, e em rosa (ainda houve a tentativa de trocar a cor dos mesmos, o que só me fez vociferar ainda mais pelo telefone). O mais engraçado é que foi a primeira vez que entrei naquela loja, e escusado será dizer que foi a última.

Isto tudo para prevenir possíveis prestadores de serviços onde futuramente me desloque: não me ponham à prova, porque da conversa ao livro de reclamações é um tirinho...

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por Carmen Saraiva

No jardim

Terça-feira, 18.03.14

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Os moranguinhos que o pai plantou já deram ares de sua graça. Só falta o chantilly.

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por Carmen Saraiva

Parabéns, mana!

Segunda-feira, 13.01.14

Hoje é o aniversário da minha mana M. Parabéns, mana! Espero que tenhas um dia muito feliz, apesar de saber que infelizmente não vai ser perfeito, mas mais logo estamos cá para fazer a festa, mandar os foguetes e apanhar as canas! Obrigada por tudo o que tens feito e já fizeste por mim! Que venham muitos mais anos com saúde e que estejamos sempre todos juntos, já que muito tempo já se perdeu...

 

Todos os anos a minha mana teima em manter a data do aniversário numa altura de saldos, o que por vezes torna muito difícil e escassa a escolha do presente, mas acho que desta vez eu a a mana D. arranjámos um que ela vai adorar. Só espero que goste, porque não vai poder trocar (ela depois perceberá porquê). Mas acho que vai ser um sucesso. Ela depois o dirá!

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por Carmen Saraiva

Ohhhh... Acabaram-se as festas

Sábado, 04.01.14

Deu-me a fúria e em três minutos desfiz a árvore de Natal e empacotei todos os vestígios natalícios que andavam aqui espalhados pela casa. Assim que chega janeiro não posso ver enfeites nem nada que se relacione com as festas. Apesar da ascendência espanhola, não há cá Dia de Reis para ninguém. Nunca espero até dia 6 para desfazer a árvore, para mim é absolutamente indiferente. E sabe quase tão bem retirar e arrumar tudo quanto colocar... É o início de um novo ano, novos desafios, novas alegrias! E este vai ser absolutamente maravilhoso!

Agora já só quero que venha a primavera e o verão, para poder pôr a minha boneca de pernas e pés ao léu... 

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por Carmen Saraiva

Estamos "de molho"

Quarta-feira, 11.12.13

Primeiro fui eu. Na segunda-feira de manhã, duas horas depois de tomar o pequeno almoço, comecei a sentir-me esquisita. Um mal-estar, umas náuseas, uns enjoos... Não consegui almoçar e tentei evitar vomitar, primeiro porque detesto, e depois para não me ver livre do suplemento de ferro que sou obrigada a tomar desde que se detetou uma ligeira anemia nas minhas análises ao sangue. Fui bem sucedida até às 15h, quando por fim dei início à saga dos vómitos. Enfim, a partir daqui foi sempre a piorar, corridas em série até ao WC, até à última vez que vomitei, à 1h30 de terça-feira. Até essa hora, nem sequer um gole de água conseguia aguentar no estômago, quanto mais a medicação que o médico me indicou. Tive de gerir os horários e perceber quando se abria a tal janela de oportunidade para conseguir enfiar no bucho o milagroso comprimido que me ia impedir de vomitar mais, para depois tentar beber um chá e um pouco de pão torrado - isto já de manhã... Estive todo o dia de cama, a sentir-me fraquíssima e desidratada, e só à noite consegui comer, um pouco de pescada cozida sem azeite e meia batata. Hoje já acordei a sentir-me dentro da normalidade, e já consegui comer sopa. Parece que o bicho já se foi.

Há pouco liga-me o marido do escritório. Agora está ele a vomitar. Confirmam-se as suspeitas: a gastroenterite era mesmo viral... Devo tê-la apanhado eu no domingo, quando estivemos num ambiente fechado de centro comercial, e depois passei-lha nestes dois dias. De facto, já tinha dado voltas e voltas à cabeça para tentar perceber o que raio tinha comido que tivesse provocado isto, e não chegava a nenhuma conclusão... Até porque desde sexta-feira ao jantar que não comíamos fora. Ora se durante o fim de semana não comemos em nenhum restaurante, e em casa não tinhamos cozinhado nada de anormal, não percebia onde estaria o culpado. Agora percebo...

Enfim, agora o menu de chá e torrada passa a outro, e não ao mesmo. Tadinho do meu amor! Felizmente, com medicação, é algo que passa rapidamente, para ver se no fim de semana também já está livre do bicho...

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por Carmen Saraiva

BabelFish much?

Quinta-feira, 28.11.13

A inteligência da pessoa que faz a tradução da série Teachers, que passa na Sic Radical, continua a maravilhar-me. Ontem deparei-me com mais uma pérola que me deixou de boca aberta não sei quantos minutos, completamente incrédula com o que tinha acabado de ler nas legendas. Tive mesmo de "andar para trás", para me certificar que não estava a alucinar e que era mesmo real a barbaridade que tinha acabado de ver.

A cena passa-se entre duas professoras, em que uma pergunta à outra se deve ou não terminar a relação com o namorado. A colega prefere não se pronunciar sobre o assunto, aconselha-a a decidir sozinha e a pesar bem os prós e os contras. A outra responde: "Mas tu divorciaste-te, não foi? Foi uma boa decisão? A tua vida melhorou?" Ao que a outra responde, muito simplesmente: "Bem, para dizer a verdade, a minha vida não mudou muito. Tenho o mesmo emprego, os mesmos amigos, a mesma quantidade de sexo." E a frase final, 'Only more duvet.', foi brilhantemente traduzida como "Apenas tenho mais pêlos no bigode." E é isto, pessoas. De repente, ter mais edredão só para nós na cama passou a significar ter mais pêlos no bigode, algo que faz todo o sentido neste contexto e nesta frase.

Confesso que fiquei parva e estive ainda algum tempo a tentar perceber de onde raio a tal cabecinha pensadora a quem foi dada a responsabilidade de traduzir uma série que passa na TV (sem que alguém com mais de um quarto de cérebro reveja a extraordinária obra de arte antes que os erros passem para o público), tinha tirado esta conclusão genial, mas não consegui. Acho que duvet é uma palavra relativamente comum, e mesmo desculpando o facto da criatura não saber o que significa, o que só é indicador do seu nível merdoso de inglês, qualquer porcaria de dicionário, mesmo online, tem o significado correto. Só posso depreender que ou estava bêbado/a ou drogado/a enquanto estava a traduzir o texto, ou então que é atrasado/a mental - ele/a e quem deixou passar isto, claro. Ou também pode ter carregado o texto todo no BabelFish, esse grande e fiável tradutor online, e rezado pelo melhor. Ou ainda, é comediante e achou que podia enfiar uma laracha com direitos de autor e reescrever o guião da série. Apeteceu-lhe pôr pêlos no bigode da mulher, e pronto. Assim tem mais graça. Pelo menos para quem não consegue perceber o erro e fica a pensar por que raio um divórcio dá a uma mulher direito a ter buço.

O mais giro é que eu nem sequer sigo a série com afinco, vejo de vez em quando porque acho que tem qualidade e gosto dos atores - e mesmo assim, das poucas vezes que vejo, apanho sempre erros crassos destes. Imaginem se fosse ao escrutínio de assistir a todos os episódios e os analisasse à lupa.

Tenho pena de quem anda a poupar tanto no orçamento que contrata pessoas incompetentes e sem quaisquer habilitações para fazer trabalhos de tradução, quando há tantos profissionais dignos desse título sem trabalhar, ou com pouco trabalho. É que depois dá nisto, uma verdadeira chacota para quem apanha as pérolas - e uma pessoa não sabe se ri, ou se chora. É gozar com o vosso público, e só vos fica mal.

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por Carmen Saraiva

Deu-me pra isto, pronto

Sexta-feira, 22.11.13

Vasculhei e encontrei os meus pincéis e tintas, do tempo em que dava aulinhas aos miúdos e fazíamos trabalhos muito giros (é do que mais sinto saudades desses tempos), e lembrei-me de pintar umas telas para o quarto da minha miúda. Adorei e deu-me um gozo imenso. Acho que é para continuar e aproveitar a inspiração que anda por aqui.

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por Carmen Saraiva


Em poucas palavras



O que preenche as páginas