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Por Carmen Saraiva

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Facto do dia

Terça-feira, 03.03.15

A propósito da controvérsia do vestido preto azul/branco e dourado, tenho isto a dizer:

WHO CARES?? Pessoas, não têm mesmo mais nada para se entreter? Parem de falar disto de manhã à noite em tudo quanto é telejornal e rede social! Afff...

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por Carmen Saraiva

Morri a rir!

Quinta-feira, 21.08.14

Só podia ser Porta dos Fundos!... Ahahahahahahhaha!

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por Carmen Saraiva

Socorro

Segunda-feira, 11.08.14

Recebi o primeiro press com coffrets de Natal.

Muito deprimente! Daqui a pouco a Magá tem um aninho...

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por Carmen Saraiva

Era uma vez os percentis

Segunda-feira, 14.07.14

Quando se tem um bebé, ou quando se engravida, descobre-se que existe uma coisa chamada o "percentil". O percentil é (e vou tentar explicar isto com termos perfeitamente leigos de quem, afinal de contas, não estudou isto) uma espécie de escala que classifica os bebés num X de percentagem de acordo com o seu peso e altura. Serve para acompanhar o crescimento do bebé e perceber se está a desenvolver-se bem, e de forma constante, ou se tem variações acentuadas, que indiquem algum problema. Não é nada mais do que um mero gráfico com números que uma alma se lembrou de inventar para enlouquecer ainda mais as mães: se um bebé está no percentil 60 de comprimento, então significa que, em 100 bebés, em média, apenas 40 são maiores do que ele. Ou se está no percentil 5 de peso, então, em 100 bebés, 95 são mais pesados do que ele.

Ora isto tudo para esclarecer que, quando a Margarida nasceu, estava no percentil 50, tanto de peso como de comprimento. Manteve-se assim até ter mais ou menos três meses de idade, quando decidiu começar a crescer desalmadamente. Na consulta dos seis meses, a pediatra confirmou que ela já tinha ultrapassado os 100 no percentil de peso, e no de comprimento para lá caminhava (rondava os 95). Falamos de uma miúda que sempre dormiu toda a noite (ou melhor, desde que tive autorização para a deixar dormir, desde os dois meses, porque antes era obrigada a acordá-la para comer), e sempre comeu muito bem, melhor ainda agora, que já come sopa, fruta e papa. Como ela fez alimentação de leite materno e de leite artificial em conjunto desde um mês de idade, sempre lhe dei pouquíssimo leite artificial, porque a ideia era que fosse de facto um complemento e não o principal. E mesmo quando o leite secou e deixei de dar de mamar, assim mantive - sempre menos leite artificial do que seria de esperar para a idade dela. Nunca lhe dei leite nem comida a mais, nem dantes e nem agora, como tal esta questão de ela estar a crescer tanto dever-se-á muito provavelmente ao facto de dormir bem, e de comer melhor ainda, apesar de apenas o suficiente para a idade dela (embora saiba que, se mais lhe desse, mais ela comeria). Eu não sou nem nunca fui magra, em bebé também era enorme (acho que nasci com cerca de 4 quilos), e o pai só passou a ser magro quando começou a fazer desporto de alta competição, porque com a mesma idade era precisamente uma fotocópia da filha, portanto se ela fosse pequenina não tinha mesmo a quem sair. Além disso, a pediatra já referiu que, assim que começam a gatinhar e a andar, todos os bebés emagrecem e como tal até é bom terem uma "almofadinha da felicidade", para depois não ficarem pele e osso.

Por isso é que me irritam os constantes comentários sobre o peso da Margarida sempre que saio com a gaiata à rua. A próxima pessoa que tiver a infeliz ideia de me dizer que ela está gordinha vai levar um trapo molhado na venta. Juro. Já me tinham avisado sobre o assunto antes de ela nascer: isto é realmente algo que mexe com a cabeça das mulheres e há um certo quê de competição entre as mães quando comparam o peso dos filhos. Todo um interesse gigante para saber quem foi capaz de parir o bebé mais pesado, cujos quilos atestam também a competência da progenitora. Acho que quem diz que ela está "gordinha" só pode mesmo ter tido filhos ou sobrinhos enfezados, coitaditos, e depois sente-se mal quando a vê. É incrível, mas coisa que nunca me interessou foi perguntar às mães que empurram carrinhos de bebé quantos meses têm as criaturas que lá vão dentro - já a mim, é coisa que perguntam a toda a hora, e depois ficam com cara de peru quando eu respondo, e nem confessam quantos têm os respetivos que estão mesmo ali ao lado - e eu também não pergunto, porque realmente me estou pouco lixando, é um facto. E calam-se que nem um rato porque, provavelmente, com um terço do tamanho, têm o dobro da idade dela, claro. Não sei de onde é que as pessoas tiraram a ideia de que Nº 1: Eu lhes pedi a opinião, e Nº 2: Não faz mal dizer à mãe de uma criança que ela está gordinha, só é mau dizer que está magrinha. Eu vejo imensas crianças de dois anos que parecem filhas da Margarida e não digo aos pais "Ohh, coitadinho! Não lhe dão de comer??", ou "Ohh, é anão?" Aliás, acho que é mesmo esse o problema, o ressabiamento de terem crianças no percentil 2 e de se sentirem melindradas com isso (coisa que me ultrapassa, mas enfim), que depois faz com que queiram vingar-se nos bebés grandes. A minha filha é grande porque come e dorme lindamente desde que nasceu, e além disso tem bom feitio. Ficou doente duas míseras vezes no inverno, com constipações que lhe pegaram pessoas de família (uma delas fui eu), e ainda assim curou-se em pouco mais de 24 horas. Nunca teve febre na vida dela, nem fez reação a vacina nenhuma. Não faz alergia a nada, nem a fraldas, nem a cremes, nem a alimentos. Nunca bolsou (nem bolsa), não teve cólicas. Os vossos é que certamente choram que se desunham, cospem a sopa, passam a vida doentes e não dormem nada, por isso é que nem as calorias lhes pegam, taditos. Eu não vos digo que os vossos filhos parecem passar fome e devem ser ruins, por isso não me digam o quanto a minha filha é grande e come bem, porque eu já sei e adoro (e agradeço todos os dias a todos os santinhos). Não perguntei nada a ninguém, eu é que sou a mãe, e eu é que sei se ela está bem ou não, porque sou eu que trato dela e sou responsável pelo seu bem estar. A minha opinião e a da pediatra é que interessam, e eu acho que ela está ótima, saudável, linda e mais esperta a cada dia que passa. E juro que qualquer dia quem se passa sou eu, com tanta opinião informada de "pediatras de bancada".

 

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por Carmen Saraiva

Wella Selfie e a Unicef

Segunda-feira, 23.06.14

A muldialmente reconhecida marca Wella está desde o início de junho com uma iniciativa de muito valor com a Unicef, que acho fundamental partilhar. Basicamente, consiste numa campanha online de angariação de fundos com o objetivo de incrementar a divulgação e a receita de verbas para o importante trabalho apoiado pela parceria WELLA – UNICEF MAKING WAVES. Os cabeleireiros são desafiados a publicar uma selfie e por cada #WellaSelfie, partilhada com a hashtag, Wella doará 5€ à UNICEF.

WELLA – UNICEF MAKING WAVES é uma parceria criada em 2010 entre Wella e UNICEF em colaboração com cabeleireiros e seus clientes em todo o mundo. Destina-se a tocar e a transformar as vidas de jovens vulneráveis através da formação em cabeleireiro, mentoria e educação na área das competências essenciais, e já ajudou mais de 12.000 jovens no Brasil e na Roménia. Recentemente foi anunciada a sua expansão para o Vietname, em 2015, com um novo centro de formação de cabeleireiros e dois novos centros de trabalho social, onde serão desenvolvidas competências essenciais para as suas vidas.

A #WellaSelfie consiste num autorretrato de um cabeleireiro a segurar um instrumento próprio da sua atividade (reconhecível), enquanto está a trabalhar num cliente, ou simplesmente no seu salão.

A parceria Wella – UNICEF Making Waves proporciona formação, educação e incute competências de vida a jovens vulneráveis para que possam construir um futuro mais brilhante. Através da publicação de uma selfie, fazendo o melhor que sabem, os cabeleireiros poderão demonstrar a sua solidariedade e apoio a esta fantástica causa.

A ideia é então tirar uma selfie com o nosso cabeleireiro e publicar a foto no Facebook, Twitter ou Instagram, e colocar a seguinte mensagem: Com a minha #WellaSelfie, foram doados 5€ à parceria #WellaUNICEF! Partilhe a sua e ajude esta causa.

E além do compromisso em doar 5€ por cada #WellaSelfie publicada com a hashtag, Wella doará também 1€ por cada like ou retweet das selfies, para que mais pessoas possam aderir.

É tão fácil e vale a pena usar as redes sociais para uma boa causa, para variar. Muitos parabéns à Wella por esta iniciativa tão fantástica. Eu vou tirar a minha #WellaSelfie assim que for dar um jeitinho ao cabelo.

 

 

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por Carmen Saraiva

A precisar de update

Sexta-feira, 20.06.14

Estou prestes a comprar um computador novo, que este já teve os seus dias. Agora sempre que preciso de trabalhar ou mexer com imagens, este menino de oito aninhos dá-me tampa. Como está com falta de memória, teima em andar a 3 à hora e a recusar-se a guardar toda a espécie de documentos, dos mais simples aos mais "pesados". Fartei-me, decidi que é já este fim de semana que o ponho num lar e o substituo por outro Mac. Depois tudo será mais rápido e o tédio pode finalmente tirar umas férias. Wohoo!

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por Carmen Saraiva

Outra vez a Maddie, ou "faziam melhor se gastassem as vossas libras"

Sexta-feira, 06.06.14

Pronto. Já me irritei. Acabei de ver as grandes reportagens sobre as escavações que estão há cinco dias a ser feitas no Algarve à procura do fantasma da Maddie pela Scotland Yard, esse prodígio de polícia. E tenho várias considerações sobre o assunto. Primeiro, que os parvinhos somos nós, por termos autorizado esta operação de marketing ridícula passados sete anos da desgraçada da miúda ter desaparecido. Não somos capazes de nos impor, temos sempre de nos rebaixar ao estrangeiro, e quanto mais nos (re)baixamos, mais nos vêem as cuecas. Não temos de facto força nenhuma para os mandar recambiados para a casa deles, que isto aqui não é a da Joana. Sobretudo depois de terem atribuído as culpas do insucesso do caso à polícia portuguesa e à investigação mal conduzida. Não temos dinheiro para mandar cantar um cego, mas para sustentar estas parvoíces já temos. Mas alguém acha que isto faz algum sentido? Virem passados sete anos re-escavar o que já foi mais que escavado, pôr cães a snifar o que já foi snifado, rebentar com tampas de esgotos e montar um verdadeiro aparato de carrinhas e tendas e retricted areas, à la CSI, como se ela ou quem a levou tivesse acabado de ali passar? Eh pá, é que se isto é que é ser inteligente e estar na vanguarda da investigação, então desculpem lá, meus amigos... mas os atrasados mentais são vocês, não é a PJ.

Depois a teoria brilhante, que não sei como é que nunca ninguém se lembrou antes. A Maddie acordou naquela noite quando o apartamento estava a ser assaltado, e em resultado disso foi levada e morta pelos meliantes, enterrada ali perto e tudo, simplesmente por medo de serem reconhecidos. Ah pois claro. É que uma criança de três anos é um perigo nisto de reconhecer assaltantes. É vê-la de dedinho espetado, do lado exterior do vidro espelhado, a denunciar aquele que acha mais parecido com o Noddy. Aliás, estão mesmo a pensar recorrer mais a estas mini testemunhas para resolver mistérios em todo o mundo. Para quem achava que a teoria de que os pais estariam envolvidos no assunto era descabida, então de facto esta faz muito mais sentido.

E falando nos pais, outro ponto muito interessante. Não, não faço ideia se estiveram ou não envolvidos na história. Já me pareceu que sim, mas neste momento penso que não. Mas uma coisa é certa: tenham ou não estado envolvidos diretamente no desaparecimento (e, sejamos realistas, na morte) da miúda, indiretamente estiveram DE CERTEZA. Afinal de contas, quem é que proporcionou a oportunidade de alguém a levar? Quem é que deixou num apartamento estranho, numa terra estranha, num país estranho, três crianças com menos de quatro anos completamente sozinhas e entregues à sua sorte, e se foi meter nos comes e bebes num restaurante a 500 metros de distância? Quando havia disponível um serviço de babysitting que não lhes apeteceu pagar, se calhar para gastar esse valor em mais duas ou três garrafas de vinho? Não me venham com conversas de que faziam turnos de 5 em 5 minutos para vigiar os miúdos todos, é que deve mesmo ter sido isso... e mesmo que tenha sido assim, já podia ser? Já não fazia mal? E a questão aqui é que isto já devia ser habitual, tanto em férias como em casa, tal foi a naturalidade com que o confessaram. Quem tem filhos sabe que não, não é normal deixar três (TRÊS!) crianças pequenas sozinhas para ir jantar fora. Não me interessa se foi a 500 metros, ou a 500 quilómetros. Eu nunca o faria, sobretudo sabendo que são crianças que já andavam perfeitamente, e como tal poderiam acordar, ver-se sozinhas no escuro num lugar estranho e ter medo, levantar-se da cama e cair, ou pegar fogo a alguma coisa, ou magoar-se, ou cortar-se, ou abrir a porta da rua e sair, enfim... Se fossem bebés de colo ainda podiamos pensar que o pior que poderia acontecer era chorarem até se esgatanharem por se verem sozinhos, mas neste caso as hipóteses seriam muitas mais, e todas mais graves. Se a Maddie foi privada da sua infância, adolescência e futuro enquanto adulta, se não pôde ter a companhia dos irmãos e dos amigos nem ser feliz, se não pôde voltar à escola nem à sua casa nem ao seu país, então é aos pais que o deve. Se hoje ela não existe, é por culpa deles. E em vez de processarem toda a gente que se atreve a falar publicamente sobre a Maddie, deviam era chicotear-se todos os dias e enfiar a cabeça dentro de um saco sempre que saíssem à rua. Ah, e by the way, quem é que deixou que estas criaturas continuassem livres e soltas em vez de terem sido responsabilizadas e processadas por negligência? Se isto fosse no Reino Unido, ela fosse cabeleireira, ele empregado de mesa e vivessem num bairro social, garanto que lhes tinham sido retiradas as outras duas crianças. Mas como são médicos e têm dinheiro e conhecem não sei quem no governo britânico, isso já não se colocou. Porque, "coitadinhos, já sofreram bastante com o desaparecimento da filha". Pois foi. Mas quem mais sofreu foi ela, e por ela não se fez justiça, ninguém a defendeu - ainda que isso não a trouxesse de volta. Toda a gente ficou solidária com os pais, que proporcionaram tudo isto de forma consciente, mas ninguém ficou solidário com ela e com os irmãos. Porque eles não mereciam que os pais os tivessem colocado naquela situação. Podiam tê-los deixado sozinhos e nada ter acontecido, e aí ótimo, excelente. Eram estúpidos e negligentes, mas safavam-se, ninguém tinha de saber e pronto. Mas sendo que aconteceu o que aconteceu, tinham de ter pago pelo erro gravíssimo que impediu que aquela criança continuasse a viver. Não queriam que ela desaparecesse, obviamente. Nunca imaginaram nada disto. Mas desapareceu, por responsabilidade flagrante dos pais, e como tal a culpa não devia ter morrido solteira. Se eu deixar sozinha a minha filha durante cinco minutos, numa situação que até considero segura e por algum acaso algo lhe acontecer por eu não estar presente, não é por ter sido "sem intenção", não é por sofrer por ela, não é por chorar baba e ranho que deixo de ser eu a responsável pelo sucedido. Tão simples quanto isso.

Tenho imensa pena da miúda, gostava imenso que aparecesse embora tenha 99 por cento de certeza que isso nunca irá acontecer, e nunca consigo deixar de pensar que se não fosse aquele ato irresponsável dos pais, ninguém hoje saberia quem era "Maddie", e ela ainda viveria feliz e contente.

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por Carmen Saraiva

25 d'Abril sempre!

Sexta-feira, 25.04.14

Não era nascida, mas ouço o meu pai contar as histórias sobre como foi esse dia, o que sentiram, as expectativas, as mudanças que aconteceram depois. Acho que de facto só mesmo quem viveu essa emoção (e tinha já idade para a compreender e assimilar) pode descrevê-la com suficiente pormenor e veracidade. Ler o que aconteceu numa enciclopédia ou num livro de História nunca será o mesmo. É certo que os mais sábios dizem que nem todas as mudanças foram para melhor e que agora o que precisávamos mesmo era de "um Salazar em cada esquina", mas ainda assim fico feliz por saber que a nossa revolução permitiu que Portugal evoluísse e ficou na História Mundial como a única na qual não se disparou um único tiro. Só prova que o carácter brando do nosso povo não invalida o tamanho da nossa força.

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por Carmen Saraiva

A desesperar pelo verão

Quarta-feira, 23.04.14

Portugal anda cheio de azar. Só pode. É a Troika, é o desemprego, é o défice, é a baixa taxa de natalidade, é os problemas na Saúde e na Educação, enfim. E depois este tempo. Juro que já não há paciência. Estou a começar a achar que vamos chegar a agosto ainda com os casacos de inverno pendurados no cabide junto à porta. Minha gente, estamos praticamente em maio e chove torrencialmente! Para não falar do vento gélido que ontem me fez calçar botins e vestir um casaco, porque apesar do termómetro do carro marcar 19º, não parecia nada. Estive a ver as previsões para os próximos dias e parece que vamos continuar nisto: temperaturas baixas e chuviscos, nuvens e um sol envergonhado. Assim não dá. Só na sexta-feira da próxima semana é que se antevêm uns agradáveis 23º, mas mesmo assim nem sei se serão para ficar, por isso a ver vamos.

Felizmente neste fim de semana vamos dar um saltinho a sul para passear e descansar um pouco, ver o mar e comer peixinho grelhado na esplanada, e parece que pelo menos por lá as máximas vão andar nos 20, 22º. Talvez já dê para a Margarida vestir o seu amoroso fato de banho e apanhar uns banhos de sombra na toalha à beira da piscina.

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por Carmen Saraiva

Ahahahahah!

Quinta-feira, 17.04.14

Acabei de ver este anúncio da VW (adaptado para português, claro) e chorei a rir. Lindo!! A cara de resignado que o pai faz é simplesmente hilariante, e o bebé é amoroso! Dou graças a todos os santos por a Margarida dormir que nem um anjo todas as noites! Ah, e quando está com a birra durante o dia nem o carro a cala...

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por Carmen Saraiva


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